Quando novas funcionalidades estiverem disponíveis, estaremos prontos para utilizá-las. Nosso plano é sempre utilizar o que há de mais novo na AWS e a ideia é só ampliar estes serviços, visando otimizar retorno para o negócio.

 

Clayton Freire diretor de tecnologia da Wine

A Wine é atualmente um dos maiores clubes de vinhos do mundo, além de uma loja virtual. A companhia foi criada em 2008 com o propósito de democratizar o mundo do vinho e hoje passa por um novo momento de transição. A empresa, que nasceu digital, em 2018 iniciou seu processo de vendas em lojas físicas, oferecendo aos seus clientes um ponto de contato de experiência.

Também está nos planos da companhia o lançamento de um espaço inovador onde seus associados poderão, mesmo nas lojas físicas, se conectar ao espaço virtual e usufruir das promoções vigentes. Desta forma, a Wine abraça a estratégia de atender o cliente da forma que ele desejar, seja através de loja física, e-commerce tradicional, app, telefone ou mídias sociais.

Nascida digital, a Wine iniciou suas operações utilizando um serviço de colocation em um pequeno data center no Rio de Janeiro. Clayton Freire, diretor de tecnologia da companhia, lembra que a infraestrutura era definida pelo pico de demanda. “Estimávamos o crescimento e comprávamos os equipamentos necessários para o período”, diz, lembrando que o modelo gerava uma subutilização dos recursos do ambiente tecnológico, mesmo nos momentos de baixo acesso.

“Com o tempo, percebemos que, mesmo preparados para o pico, poderia ocorrer algo que fugisse de nosso controle. Por isso resolvemos ter um auto-scaling mais efetivo, que era o nosso maior gap naquele momento”, afirma. Além disso, o crescimento exponencial da operação também tornou evidente a necessidade de mudança para o modelo de contratação de serviços em nuvem. “Era a melhor forma de atender nosso crescimento e suportar as tecnologias que pretendíamos implementar”, diz.

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Em 2012, depois de um período de estudo das opções existentes no mercado, a Wine migrou para a Amazon Web Services. Segundo Freire, um dos principais fatores para a escolha do novo fornecedor foi a variedade de recursos tecnológicos inovadores disponíveis para integração das ferramentas já utilizadas pela Wine. “Naquele momento, o nível de maturidade da AWS era muito superior ao que vimos no mercado”, compara.

“Fomos para AWS. Colocamos um equipamento inferior e fomos calibrando conforme a utilização. Em pouco tempo atingimos a maturidade”, revela. O executivo afirma que hoje a Wine tem pleno controle da utilização e otimização de seus recursos, contando com mais processamento no pico e menos quando não é necessário. “Conseguimos escalar e reduzir as máquinas, e isso ocorre de forma automática”, afirma.

Segundo o diretor de tecnologia, hoje a AWS responde pela disponibilização de recursos de escala vertical durante os períodos de grandes campanhas de vendas e de maior consumo. “Também vem da AWS o apoio de capacitação, com visitas de arquitetos para repasse de conhecimento e apresentação do que há de mais moderno em termos de nuvem”, diz.

Atualmente, a Wine utiliza uma série de serviços da AWS, tais como: Amazon Elastic Compute Cloud, Amazon Relational Database Service, Amazon CloudFront, Amazon ElastiCache, Amazon Route 53, Amazon Redshift, Amazon CloudWatch, Amazon Elastic Container Service, AWS CodeBuild, AWS Lambda e o principal deles, o AWS Auto Scaling, que monitora os aplicativos e ajusta automaticamente a capacidade para manter um desempenho constante e previsível pelo menor custo possível.

Com a maturidade, a Wine conta hoje com um ambiente auto escalável que tem gerado uma série de benefícios para a empresa, tais como:

  • 30% de redução de custos em relação ao modelo anterior;
  • 50% de redução em comparação a implementação de um ambiente on-premises;
  • Pagamento somente pelo processamento utilizado;
  • Manutenção do desempenho e disponibilidade dos aplicativos.

Freire lembra que, sem o ambiente auto escalável proporcionado pela AWS, todo o provisionamento de máquinas teria que ser feito manualmente, levando em conta as previsões feitas pelas áreas de negócio. "A equipe de TI teria de subir os equipamentos necessários, esperar a promoção e depois reduzir, tudo isso manualmente. Haveria um risco enorme de previsões erradas”, compara.

Com o uso do AWS Auto Scaling, a equipe de Freire determina gatilhos para o aumento do processamento. “Nós não precisamos mais das previsões. A escala funciona acompanhando o comportamento do site. O que temos é um limite de número mínimo e máximo de máquinas. Quando chegamos perto de um desses números, temos um alerta para eventuais problemas”, explica, ressaltando o ganho de otimização de recursos e de flexibilidade para a empresa trabalhar.

Com a estabilidade trazida pela estrutura da AWS, os planos da Wine passam pelo aumento da utilização de recursos que permitam à empresa aumentar a eficiência das rotinas diárias. De acordo com Freire, o plano é utilizar recursos recém oferecidos, mas ainda não disponíveis no Brasil, como o banco de dados Amazon Aurora. “Quando ela chegar, estaremos prontos para migrar nossa aplicação para lá. Nosso plano é sempre utilizar o que há de mais novo na AWS e a ideia é só ampliar estes serviços, visando otimizar retorno para o negócio”, diz.

Obtenha mais informações sobre o AWS Auto Scaling.