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#AWS Summit Insights: Como fazer Content Delivery Network em Todo o Mundo Com Mais Qualidade, Estabilidade e Rapidez – caso Esporte Interativo


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A complexidade da internet hoje faz de uma rede de entrega de conteúdo uma tecnologia essencial para que sites grandes e acessados de diferentes localidades possam garantir agilidade e estabilidade na entrega do seu produto. As chamadas CDNs (Content Delivery Network) hospedam um determinado conteúdo em servidores espalhados em várias partes, permitindo a distribuição de forma eficaz para larga audiência, independentemente do local de acesso.

O Amazon CloudFront é um serviço de Content Delivery Network global que acelera a distribuição do conteúdo de sites, APIs, vídeo ou outros recursos da web. Ele se integra a outros produtos da Amazon Web Services para oferecer aos desenvolvedores e às empresas uma maneira fácil de acelerar a entrega aos usuários finais, sem compromisso mínimo de utilização.

Durante o AWS Summit, o arquiteto de soluções para Enterprise Ricardo Geh fez uma apresentação detalhada sobre esse serviço, mostrando como funciona e como obter suas vantagens. O produto é usado para aumentar a performance, a disponibilidade e o cachê de aplicações de empresas como o Esporte Interativo, que produz e distribui conteúdo esportivo em múltiplas plataformas, com alcance mensal de 33 milhões de espectadores. A empresa ainda oferece um serviço por assinatura a um preço acessível, com conteúdo ao vivo e on demand, o premiado EI Plus, aplicativo móvel de conteúdo esportivo ao vivo mais acessado do país.

Quais as vantagens de uma Content Delivery Network?

Uma rede Content Delivery Network melhora a performance, o alcance e a funcionalidade, com viabilidade financeira. A Content Delivery Network alcança uma grande audiência de maneira otimizada: promove menor latência de entrega de conteúdo, maior taxa de transferência, redução de processamento e mais segurança na origem, menor custo e maior gerenciamento da distribuição de conteúdo.

Com uma rede global de distribuição, o Amazon CloudFront permite o alcance dos cinco continentes, em 19 países, recentemente incluindo a Índia na extensa lista de pontos de presença no mundo, o que ajuda a melhorar o desempenho e disponibilidade para os usuários finais de sua aplicação. Sob demanda, o pagamento é de acordo com o uso, e os preços são os mesmos para conteúdos estáticos e dinâmicos, otimizando os custos. Os servidores de origem em sua rede podem ser outros Amazon Web Services – um bucket do Amazon S3, uma instância do Amazon EC2 ou um Elastic Load Balancer, por exemplo.

Vários mercados já se beneficiam da rede: mídia e entretenimento, com alta capacidade para vídeos on demand, streaming e transmissões ao vivo, jogos, e-commerce, digital advertising, download de softwares, websites dinâmicos com atualizações constantes como os de notícias, e todos os tipos de aplicações. Além do Esporte Interativo, grandes empresas como Vevo, Spotify, Samsung e Discovery Channel usam CloudFront.

Como o Esporte Interativo se beneficia do CloudFront?

Esporte na hora e onde você quiser. Com esse lema, é prioridade do Esporte Interativo estar sempre disponível e oferecer a melhor experiência possível aos fãs das mais de 70 modalidades esportivas oferecidas pelo canal. A empresa se diversificou e foi pioneira em ultrapassar barreiras e oferecer conteúdo de campeonatos estrangeiros como a Champion League.

“A Amazon Web Services nos ajuda a conectar, entreter e transformar a vida das pessoas através do esporte”, ressalta o Diretor de Tecnologia e Operações do EI, Flavio Menna. Antes da nuvem, os desafios do canal eram muitos: era preciso suportar eventos ao vivo para uma base de usuários em larga expansão, em múltiplas plataformas e garantindo a melhor relação de custo a usuário. Também era crucial para o negócio gerar métricas para otimizar a gestão. Nesse contexto, Marcelo Portela, VP de Mídias Digitais explica o protagonismo do CloudFront na distribuição de conteúdo do Esporte Interativo: “Utilizamos o CloudFront para distribuir nosso conteúdo de forma segura, confiável e com relação custo-benefício adequado”.

 

#Summit Insights: Ministério do Planejamento: Como criar um aplicativo de alta capacidade e flexibilidade em 24h: o desafio do Zika Vírus

Organizações governamentais do mundo todo enfrentam desafios únicos para realizar missões complexas com recursos limitados. Para o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, o desafio era enorme: desenvolver e disponibilizar, em 24h, uma aplicação de alta capacidade de monitoramento, acessível para todos os mais de 400 órgãos federais, para engajar milhares de servidores públicos nas ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus da dengue, zika e chikungunya.

Para o Coordenador de Sistemas da pasta, só havia uma saída: a nuvem. “Era um desafio de muita agilidade e criatividade”, explicou Vinicius Silva no Keynote de abertura do AWS Summit São Paulo 2016. “Nós sabíamos que precisávamos migrar para a nuvem, mas não sabíamos como. Com a ajuda da OutSystems, parceiro de tecnologia, fomos para a AWS de forma quase instantânea.”

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#AWS Summit Insights – Movile – Building Mobile Apps @ Scale

A Movile, primeira pontocom do país de projeção internacional, trabalha com serviços móveis e de entretenimento, e registra em seus sistemas mais de 70 milhões de atividades de usuários por mês. Mas não foi sempre assim, como explicou no Keynote de abertura do AWS Summit São Paulo o diretor de TI da Movile, Igor Ribeiro. “Nosso crescimento foi muito rápido e a nuvem possibilitou essa expansão, já que nosso grande foco hoje é criar o melhor conteúdo e investir em novas ideias, sem se preocupar com a infraestrutura e a segurança dos dados que rodam nos nossos aplicativos”, explicou Igor, acrescentando que a migração para a nuvem permitiu crescimento rápido sem interferir nos investimentos da empresa. O sistema de pagamento por demanda, segundo Igor, foi fundamental, permitindo inclusive a expansão dos negócios para além das fronteiras brasileiras, chegando aos EUA e deixando para trás gigantes do segmento como YouTube, Disney e Netflix na geração de conteúdo para crianças. Assim a Movile acaba de entrar para o seleto grupo de empresas unicórnio, com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.

O que a Movile faz?
Líder de mercado, a empresa conta com 300 colaboradores que entregam produtos em dispositivos móveis como aplicativos de entretenimento para adultos e crianças, jogos para celular, distribuição de conteúdo, educação online e M-commerce. Alguns de seus desenvolvedores estavam no Summit para aprender mais sobre os produtos AWS. “A gente usa muito os serviços AWS e vim ao Summit para ter uma ideia das melhores práticas e do que está surgindo de novo, até porque nisso a AWS é muito boa. Está sempre trazendo novidades, com muita facilidade e automação. Os serviços são claramente voltados para facilitar a vida dos desenvolvedores”, contou Moacir Ramos, Desenvolvedor da Movile.

Um dos aplicativos mais populares é a plataforma PlayKids, desenvolvida para crianças aprenderem de forma lúdica. O app acaba de superar a marca de 6 milhões de usuários ativos por mês e já tornou-se referência em conteúdo infantil. O aplicativo, atualmente, está disponível oficialmente em 30 países, mas já é acessado por crianças de 160 países. São mais de 17 milhões de downloads para smartphones e tablets, 5 milhões de vídeos assistidos e 4 milhões de jogos acessados todos os dias, além de mais de 1 milhão de livros lidos em uma base diária.

Como a Movile utiliza os produtos AWS?
No coração da arquitetura da Movile está o Amazon Redshift que sustenta projetos de BI do Playkids. Com esse serviço, a empresa de desenvolvimento de aplicativos pode lidar com um volume de dados de 7 bilhões de linhas por mês. Somado a essa solução, a Movile também utiliza os recursos do Amazon Relational Database Service (Amazon RDS) e adiciona novas tecnologias ao Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2).

 

#AWS Summit Insights: Utilizando a nuvem para proteger o mercado financeiro – a solução da Diebold Gas


Todo mercado está vulnerável às mudanças trazidas por tecnologias disruptivas, que desafiam e reconstroem as práticas tradicionais e introduzem novos processos para agregar cada vez mais valor ao negócio. Toda empresa deve buscar uma estratégia para se antecipar às vantagens oferecidas pela evolução tecnológica da nuvem, como ocorre hoje no mercado financeiro digital, mais conhecido como FinTech.

Uma das sessões do AWS Summit 2016 foi apresentada por Rafael Leandro Junior, Cloud Solutions Architect & Manager da GAS – Global Antifraud Solution. Rafael é responsável pelo desenvolvimento de arquiteturas em nuvem usando Amazon Web Services. A GAS, uma empresa do grupo Diebold, é referência em prevenção e combate a fraudes em meios digitais. Seus serviços oferecem alta proteção contra fraudes na internet, maior segurança e tranquilidade para usuários de bancos, empresas e órgãos públicos.

A companhia tem experiência em proteção de imagem, processos de autenticação e identificação, proteção contra perdas financeiras e contra roubo de informações. Atende clientes como Itaú, Banco do Brasil, Caixa, ANTT, Banco Safra, Banco Mercantil, Banco do Nordeste, Banco de Venezuela, entre outros. Através das soluções da Diebold GAS, alguns dos maiores bancos do país utilizam os serviços AWS para entregar segurança aos seus usuários com maior agilidade e escalabilidade. Durante a sessão, Rafael Leandro Junior abordou a solução Warsaw da Diebold GAS.

Qual a vantagem da arquitetura voltada para a segurança na AWS?

Além da abrangência global, a solução da nuvem se destaca frente à uma arquitetura on-premise porque elimina limitações de infraestrutura e processos, reduz o custo operacional e agiliza a atuação, respeitando os requisitos de segurança.

Os maiores bancos do país usam a solução Diebold GAS alinhada aos serviços Amazon S3, Amazon CloudFront, Amazon SQS, Amazon Simple Notification Service (SNS), Amazon API Gateway, e Amazon Lambda para atingir resultados como eliminar problemas com timeout no processo de instalação, cujo processo atinge redução no tempo de até cinco vezes, suporte a mais de 300 milhões de requisições por dia, entre quatro e seis Terabytes entregues diariamente, e até três vezes mais publicações diárias.

Rafael também adiantou novas soluções na nuvem AWS, que serão lançadas em breve. Uma delas é de Business Analytics, e vai integrar os serviços Amazon LambdaAmazon SQS, Amazon Kinesis Firehouse, Amazon RDS Aurora, Amazon Elastic MapReduce, Amazon Redshift, Amazon S3, Amazon API Gateway e Amazon CloudWatch.

Uma outra novidade é a solução voltada para o serviço de identificação sem instalação usando Amazon S3, Amazon DynamoDB, Amazon API Gateway, Amazon CloudWatch, Amazon Lambda e Amazon Cognito.

 

 

#AWS Summit Insights: Como usar a TI para transformar seu negócio?



Um dos principais motivadores para a migração de ambientes para a nuvem é a diminuição do custo, mas é importante considerar determinadas práticas para atingir o valor esperado. Durante o AWS Summit 2016, o consultor sênior AWS Otávio Pecego Coelho apresentou uma sessão dedicada ao serviço que oferece orientações práticas, a partir de uma visão geral do processo de transformação da nuvem para a TI e o negócio.

Como explicou Otávio Pecego Coelho, alguns pontos merecem atenção especial. Por exemplo, é preciso ter em mente que os maiores ganhos estão no negócio: custo inicial, disponibilidade, agilidade, elasticidade, menor risco, novas geografias, alto volume, prever futuro, etc. Também é fundamental levar em conta os custos de produtividade. A automoção implica em ganhos de duas a oito vezes no custo de pessoal, por exemplo. Outro fator que merece atenção é que a ociosidade de recursos impacta enormemente o Custo Total de Operação (TCO), por isso, é crucial medir a utilização média dos servidores e do seu DataCenter. A AWS também disponibiliza ferramentas para facilitar essa análise, como a calculadora de TCO.

Pecego abordou modelos de operação, estratégias de migração e tipos de arquitetura que tornam a jornada para a nuvem mais eficiente, guiados pelo AWS Cloud Adoption Framework. O serviço organiza e descreve as perspectivas no planejamento, criação e gerenciamento e suporte de uma TI de serviços moderna, e fornece uma estrutura onde negócios e TI possam trabalhar em conjunto com uma estratégia comum, apoiada pela automação e otimização de processos.

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#AWS Summit Insights: Redução de TCO e otimização de custos na AWS – caso Grupo SHC e a economia inteligente da migração



Muito além de reduzir custos, a nuvem permite otimizar investimentos ao renovar totalmente a infraestrutura de TI de um negócio. Durante o AWS Summit 2016, o consultor sênior em IT Transformation da AWS, Claudio Chiba, apresentou uma sessão técnica focada especialmente nesse tema, relacionando cada tópico com o case do Grupo SHC, que atua no ramo de concessionárias de veículos leves e importação de veículos, que atingiu redução na ociosidade de recursos na nuvem, além de crescimento e redução por demanda. A experiência da empresa, como mostrou no Summit o gerente de TI da empresa, Fernando Falaschi, é um case de sucesso da migração de 100% dos ambientes para a nuvem.

Como a migração reduz custos?

Pense em uma infraestrutura própria: seus custos envolvem muito além do hardware. São gastos com instalações prediais, segurança física, custo de energia elétrica e geradores, da refrigeração e de redes, além, claro, os recursos humanos necessários para dar conta e toda essa estrutura. A equipe de operação necessita de melhoria contínua, e o investimento pode aumentar cada vez mais em um mercado tão dinâmico e inovador quanto o de TI.

Mesmo com todas as vantagens financeiras, apenas reduzir o custo, como explicou Claudio Chiba, não é o único motivo para a migração para a nuvem. Com a AWS, os recursos são aplicados onde realmente importa: o pagamento é por uso, os custos são menores, a nuvem permite agilidade e velocidade de inovação, globaliza seu negócio em minutos e evita que sua empresa carregue um peso que não a diferencia no mercado.

Como enfatizou Chiba no Summit, um estudo realizado no ano passado pela IDC revelou que com a AWS o retorno sobre o investimento em cinco anos alcança 626%, com tempo de payback de 7.1 meses. A produtividade de desenvolvedores salta 507%, a de TI sobe 52%, e o tempo de parada para manutenção cai 72%.

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#AWS Summit Insights – Amazon EC2: Economize utilizando instâncias Spot – Caso ZAP


O Amazon EC2 Spot são instâncias EC2 nas quais você pode aplicar uma oferta de preço e otimizar custos. Em uma das sessões do AWS Summit 2016 em São Paulo, nosso arquiteto de soluções Rubens Devito Filho explicou a diferença entre os tipos de Spot, quando usá-los e como esses tipos de instâncias, geralmente disponíveis a preços baixos, podem ajudar a reduzir significativamente os custos de uso do Amazon EC2, e ainda aumentar a capacidade e a produtividade de computação de suas aplicações com o mesmo orçamento. Com instâncias Spot, você pode economizar até 90% dos custos. Esta arquitetura de referência permite realizar economias de custo para aplicações de processamento em lote, mantendo alta disponibilidade.

Rubens apresentou o case do portal ZAP, uma empresa do Grupo Globo, e um dos portais de classificados líderes da internet brasileira. O ZAP se insere em um mercado marcado pela sazonalidade. Através de uma solução online de alta tecnologia, com recursos avançados de buscas e filtros de pesquisa, o portal pode ser acessado via website e aplicativos móveis (celulares e tablets) em Android e iOS, com a qualidade de navegação garantida, mesmo nos períodos de picos de demanda.

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#AWS Summit Insights: Introdução à Internet das Coisas com AWS IoT


Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas e maçanetas conectadas à Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones, unindo o mundo físico e o digital. A chamada Internet das Coisas (do inglês IoT, Internet of Things) é apontada como uma revolução tecnológica, que deve mudar a forma como nos relacionamos com objetos. Diversas empresas já se dedicam a desenvolver dispositivos conectados, desde os mais simples gadgets de uso diário, a projetos ousados para tornar cidades inteiras mais “inteligentes”, as chamadas smart cities. Em 2020, estima-se que cerca de 25 bilhões de objetos já estarão conectados à internet.

A AWS fornece serviços, segurança e apoio para essa conexão em escala global, com o AWS IoT, que permite dispositivos conectados a interagirem com aplicações na nuvem ou outros dispositivos de maneira simples e segura. Em uma sessão do AWS Summit 2016, o arquiteto de soluções David Reis e o gerente de arquitetura de soluções AWS, Eduardo Horai, apresentaram como estes dispositivos podem aproveitá-lo para enviar dados para a nuvem e reagir a eventos, além de detalhar as principais funcionalidades e as últimas melhorias lançadas com este serviço inovador.

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AWS Summit Insights: Segurança de ponta a ponta com a AWS – Caso Guia Bolso


O quesito segurança é primordial na AWS e existem diversos modelos para agregar nossos serviços em até 100% da estrutura de TI com total confiança. Empresas que consideram a segurança desde o início avaliam as opções e fazem melhores escolhas com base na natureza do seu negócio e da sensibilidade das informações envolvidas. Novas ameaças aos dados surgem todos os dias, mas os fundamentos de uma boa segurança permanecem sólidos. Leia mais sobre a segurança na nuvem a seguir.

Em uma das sessões do AWS Summit 2016, esses fundamentos foram apresentados pelo arquiteto de soluções AWS Mauricio Muñoz, que falou ao público sobre algumas das melhores práticas já testadas por empresas experientes como o Guia Bolso, uma das startups brasileiras mais inovadoras no crescente mercado de FinTech, a palavra-chave é segurança. Em 2015, o negócio foi eleito pela LATAM Founders como a melhor companhia de tecnologia para o consumidor.

Como integrar a segurança na sua estratégia corporativa?

Segundo Munõz, para atingir a segurança “de ponta a ponta” com a AWS é preciso pensar primeiro na criação de um programa de segurança, que deve ser organizado a partir das melhores práticas já disponíveis pelo Amazon Cloud Adoption Framework (CAF). Essas práticas são a base para a transformação da cultura da empresa, em modelos de responsabilidade compartilhada com a AWS. A segurança passa a ser vista como parte do negócio e facilita a comunicação.

Já a segurança como código é facilmente implementada pelo AWS CodeDeploy, um serviço que automatiza as implantações de código em qualquer instância, incluindo as do Amazon EC2 e as executadas no local, usando a nuvem para proteger a própria nuvem. Essa ferramenta é fundamental para a segurança, uma vez que elimina a necessidade de operações manuais sujeitas a erro. Assim, é possível entregar mais rapidamente, com segurança, e manter a estabilidade das operações. Além disso, a implementação frequente reduz riscos.

O padrão de segurança AWS está no core do design de toda arquitetura na nuvem

Além das certificações e dos cases de sucesso de diversos clientes no quesito segurança, desde o momento da implementação da nuvem a Amazon Web Services tem uma abordagem de garantia de segurança que formaliza a conta da AWS, automatiza os controles de segurança e acelera a auditoria. Usando modelos de Security by Design e de CloudFormation, a segurança e a conformidade na nuvem podem se tornar mais eficientes e abrangentes. Com esse padrão, o cliente pode desenvolver tudo dentro do próprio ambiente da AWS: permissões, registros, relações de confiança, aplicação de criptografia, imagens de máquinas aprovadas por autorização e muito mais.

As boas práticas de segurança AWS incluem criptografia onipresente em toda arquitetura, acesso JIT usando APIs para controle, trilhas onipresentes de auditorias revisando logs em busca de qualquer anormalidade, como inícios de sessões fora do normal ou violações de políticas. Vários produtos AWS voltados para a segurança ajudam a refinar esse controle e monitorar suas aplicações, como o Amazon CloudWatch. A nuvem de segurança também é essencial no desenvolvimento de softwares (DevSecOps), sendo primordial encorajar os desenvolvedores da sua equipe a participar abertamente na automação e incentivar o time de operações a participar nos testes e automação do código e da automação, permitindo respostas rápidas.

GuiaBolso: a fintech brasileira que opera 100% na AWS

O GuiaBolso foi criado em 2013, inicialmente como um serviço de consultoria financeira disponível via Internet, hoje atende a mais de 2 milhões de pessoas como um gerenciador de financeiro gratuito. Por meio de um aplicativo móvel, ele acessa diretamente os dados bancários de seus usuários, portanto, a segurança é um dos pilares da empresa que está 100% na nuvem. Antes de migrar para a AWS, a startup enfrentava os seguintes desafios:

Segurança: era necessário construir uma estrutura que garantisse a visibilidade de todos os eventos da plataforma.

Escalabilidade: com o sucesso do app, o GuiaBolso passou a suportar milhões de usuários.

Performance e Custo: processar milhões de dados para oferecer a melhor consultoria e recomendação aos usuários.

“A AWS permitiu ao GuiaBolso a criação de uma plataforma escalável e garantiu ferramentas de monitoramento e criptografia avançadas”, destaca o CTO e fundador da fintech, Inajá Azevedo. Segundo o CTO, a segurança na nuvem é mais confiável do que em estruturas internas. Alguns dos principais serviços utilizados hoje pela empresa são o Amazon Simple Workflow Service (Amazon SWF), o Amazon Relational Database Service (Amazon RDS) e o Amazon Redshift.

#AWS Summit Insights: Utilizando NoSQL para Big Data com DynamoDB – Caso Mercado Livre


O Amazon DynamoDB é um serviço de banco de dados NoSQL rápido e flexível para todas as aplicações que precisam de latência constante abaixo de 10 milissegundos em qualquer escala, e pode ser usado como uma importante ferramenta para projetos de Big Data. Em uma das sessões do AWS Summit 2016, o arquiteto de soluções AWS Felipe Garcia apresentou modelos de arquiteturas funcionais de Big Data, e demonstrou como a combinação de alguns dos nossos produtos podem ser usados para criar sistemas ricos para análises de dados, como faz o Mercado Livre, o site de varejo mais acessado na América Latina e no Brasil, e o oitavo mais visitado em todo mundo neste segmento.

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