A Ânima, uma das principais organizações educacionais do País, tem como propósito 'Transformar o Brasil pela Educação'. A companhia conta com aproximadamente 118 mil alunos em seis instituições: Una (MG e GO), Universidade São Judas (SP), UniBH (MG), UniSociesc (SC e PR) e AGES (BA e SE) e UNICURITIBA (PR). Também fazem parte a Escola Brasileira de Direito (EBRADI), a HSM, a HSM University, a SingularityUBrazil, uma filial da escola internacional de gastronomia Le Cordon Bleu, em São Paulo, e o Instituto Ânima. Agora, todos os dados gerados por este universo estão concentrados na Amazon Web Services

"Tínhamos um volume absurdo de dados que nem sempre estavam disponíveis para todos nas pontas, como professores e gestores. Com a AWS, conseguimos criar diversos dashboards e análises que antes não eram possíveis".
João Talles líder de arquitetura da Ânima Educação

A Ânima Educação continua com seus esforços para levar educação de qualidade a mais regiões do Brasil. Recentemente, a companhia integrou também o Centro Universitário Curitiba – UNICURITIBA, instituição que é um dos mais respeitados símbolos de educação do Paraná e do País. Dono de conceito máximo do MEC (nota 5) e prestes a completar 70 anos de história, o UNICURITIBA reúne 19 cursos de Graduação, mais de 20 opções de especialização, além de Mestrado e Doutorado em Direito. Possui cerca de 5.200 estudantes e campus de elevado padrão, localizado no bairro Rebouças, região estratégica de Curitiba. Passou a ser a 6ª instituição de ensino superior ligada à Ânima Educação.

Caso de Sucesso Ânima Educação

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Lidando com um número cada vez maior de professores e alunos, a Ânima Educação viu seu crescimento demandar uma série de mudanças em sua infraestrutura de Tecnologia da Informação. O líder de Arquitetura da Ânima Educação, João Talles, lembra que há algum tempo o grupo definiu que utilizaria a computação em nuvem em três grandes projetos criados com o objetivo de suprir esta demanda.

O primeiro era a criação de um data lake que solucionasse os problemas de escala enfrentados nos processos de extração, transformação e carregamento de dados (da sigla em inglês, ETL). “Todas as nossas análises estavam em um banco relacional, com processos noturnos que levavam horas para serem executados”, afirma, lembrando que o projeto nasceu com o intuito de mover a parte analítica para a nuvem.

O segundo projeto previa a migração do LMS (Learn Management Systems) da organização para a nuvem. “O objetivo aqui era ganhar mais escalabilidade e elasticidade, já que o sistema tinha momentos de pico, como a época de provas ou os prazos finais de entrega de trabalhos por parte dos alunos”, explica.

Por fim, o terceiro objetivo era migrar os sites institucionais das diversas instituições do grupo para a nuvem. Segundo o executivo, estes sites são a porta de entrada para o grupo e também tinham momentos de maior tráfego, geralmente no final e no início do ano, quando são divulgadas as notas dos vestibulares públicos. “Quando eu mais precisava deles, eles caíam”, lembra.

O executivo lembra que algumas destas aplicações já estava prontas para rodar em nuvem. Outras, como o sistema de gestão e o banco de dados, deveriam ser desmembrados, o que tornava o projeto mais complexo do ponto de vista técnico. “Algumas aplicações deveriam ser reescritas, por isso a experiência do parceiro a ser escolhido era muito importante”, afirma.

Depois de algum tempo de avaliação do mercado, a Ânima Educação optou pela Amazon Web Services como parceiro de nuvem. Parte da decisão foi estimulada pelo fato do grupo já utilizar uma série de produtos que já estavam hospedados na AWS. “Além disso, percebemos que estávamos rodando serviços análogos em nuvens distintas. Descontinuamos uma delas e migramos tudo para a AWS, que hoje é nossa nuvem primária”, explica, lembrando que seu ambiente hoje é 95% AWS.

Com a escolha, todos os projetos foram planejados em conjunto pelas equipes das duas empresas. “A AWS nos ajudou bastante, cooperando em treinamentos e parceria”, diz. Para o projeto de criação do data lake, o serviço contratado foi o Amazon Simple Storage Service (Amazon S3). De acordo com Batista, os processos de ETL extremamente pesados comprometiam o desempenho do banco de dados. “Subindo isso para o Amazon S3, nossa ideia é conseguir fazer análises mais rápidas e menos custosas”, afirma.

O sistema de gestão foi desmembrado em vários microsserviços, que estão sendo implementados em cima da Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2). “São vários serviços com seus próprios bancos de dados. Com esta arquitetura consigo andar muito rápido no desenvolvimento destes serviços, quebrando sua complexidade e simplificando seu gerenciamento”, explica, lembrando que os sites institucionais passaram a ser hospedados na AWS, garantindo sua disponibilidade sempre que necessário. O processo continua e, até aqui, cerca de 60 microsserviços já foram implementados.

O líder de Arquitetura da instituição afirma que os projetos trouxeram uma série de benefícios qualitativos e quantitativos para a Ânima Educação. Com o data lake, por exemplo, o executivo afirma que hoje é possível responder a várias perguntas de negócio de maneira muito rápida. “No modelo anterior eu tinha que primeiro pensar nas perguntas, para depois montar meu banco. Agora eu consigo testar hipóteses e responder perguntas muito rapidamente”, afirma.

Além disso, a criação do data lake possibilitou uma maior democratização dos dados dentro da instituição. “Tínhamos um volume absurdo de dados que nem sempre estavam disponíveis para todos nas pontas, como professores e gestores. Com a AWS, conseguimos criar diversos dashboards e análises que antes não eram possíveis”.

A implementação do LMS em nuvem também trouxe mais elasticidade, garantindo o atendimento a todos os alunos em momentos de pico. A migração dos sites institucionais para a infraestrutura da AWS acabou com a indisponibilidade, o que significa que o grupo não perde vendas ou potenciais alunos por causa de sites fora do ar. “Além disso, tivemos uma redução de 30% em custos de hospedagem e manutenção de nossos sites institucionais”, diz.

O uso de cloud computing também permitiu a criação de ambientes de desenvolvimento muito mais ágeis e centralizados. “Hoje consigo desenvolver produtos muito mais rapidamente, bem como fazer com que evoluam. Um ajuste vai para produção em questão de minutos. O cenário anterior era baseado em projetos e levava meses. Um bug levava de três a quatro dias para ser corrigido e hoje isso é feito em minutos”, compara.

Talles lembra que há outros projetos em parceria com a AWS em andamento. A Ânima está analisando a migração de seu datawarehouse para nuvem, com o uso da solução Amazon Redshift, assim como a abertura de uma frente de aprimoramento da segurança de suas soluções. Além disso, há a evolução dos demais projetos. “São coisas que continuam mudando, acompanhando nossa expansão. Hoje ampliamos nosso cluster uma ou duas vezes por mês”, revela, lembrando que o foco da equipe é o acompanhamento destas evoluções.

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A Ânima está entre as melhores organizações educacionais privadas do Brasil. Com um posicionamento diferenciado de ‘Transformar o País pela Educação’, que se traduz na capacidade de conciliar escala com a oferta de um ensino de alta qualidade, o grupo finalizou 2018 com mais de 100 mil estudantes matriculados em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e no Sul do país. Em seu portfólio, estão marcas de qualidade e reputação em suas regiões: Universidade São Judas Tadeu, Una, UniBH e Unisociesc. Além delas, integram à Ânima também três empresas que são referências em seus segmentos: EBRADI (Escola Brasileira de Direito), HSM e a filial paulistana da Le Cordon Bleu.