Nuvem da AWS
Gostaria de mais informações sobre a proteção de dados na Nova Zelândia

Os clientes da Nova Zelândia podem executar aplicações e cargas de trabalho na região Ásia-Pacífico (Sydney) para reduzir a latência para seus usuários finais na Austrália e Nova Zelândia e evitar as despesas antecipadas, os compromissos de longo prazo e os desafios de escalabilidade associados à manutenção e operação de sua própria infraestrutura.

Constatamos que a Amazon Web Services inovava continuamente sua plataforma e nos proporcionava uma vantagem. 
Jim Watts Diretor de hospedagem online

Controle a forma como você quer proteger os dados

A segurança na nuvem é a nossa maior prioridade. Como cliente da AWS, você se beneficiará de um datacenter e de uma arquitetura de rede criados para atender aos requisitos das empresas com as maiores exigências de segurança.

Nossos clientes escolhem a região ou regiões da AWS em que seu conteúdo e servidores ficarão localizados. Isso permite que clientes com requisitos geográficos específicos estabeleçam ambientes em localizações à sua escolha. Por exemplo, embora a AWS não tenha atualmente uma região na Nova Zelândia, os clientes desse país podem optar por implantar serviços da AWS exclusivamente na região Ásia-Pacífico (Sydney) e armazenar conteúdo na Austrália. Se o cliente fizer essa escolha, o conteúdo ficará localizado na Austrália, a menos que ele decida movimentar esse conteúdo.

Os clientes sempre mantêm o controle de quais regiões são usadas para armazenar e processar seu conteúdo. A AWS somente armazena e processa o conteúdo de cada cliente usando as regiões e os serviços escolhidos pelo cliente. O conteúdo do cliente não será movimentado de outra forma, exceto quando exigido por lei.

A Nova Zelândia, como muitos países, criou legislação para possibilitar que órgãos governamentais e de manutenção da lei solicitem acesso a informações, incluindo a Lei de serviços de inteligência de segurança da Nova Zelândia de 1969 e o Departamento de segurança das comunicações governamentais. No entanto, é importante lembrar que todas essas leis contêm critérios que devem ser cumpridos antes de autorizar o acesso pelo órgão governamental relevante. Por exemplo, o órgão governamental que solicita esse acesso precisará demonstrar que tem um motivo válido para solicitar que uma parte forneça acesso ao conteúdo. E, o mais importante, os direitos de acesso são em sua maioria relacionados a atividades de manutenção da lei e contra o terrorismo.

Os principais requisitos para o manuseio de informações pessoais são definidos nos princípios de privacidade da informação (“IPPs”), que fazem parte da Lei de privacidade. Os IPPs impõem requisitos para coletar, gerenciar, usar, divulgar e de outra forma manusear informações pessoais coletadas de indivíduos na Nova Zelândia.

A Lei de privacidade reconhece uma distinção entre principals e agentes. Quando uma entidade (o agente) detêm informações pessoais para a finalidade exclusiva de armazenar ou processar informações pessoais em nome de outra entidade (o principal) e não usa ou divulga as informações pessoais para suas próprias finalidades, essas informações são consideradas como estando em posse do principal. Nessas circunstâncias, a responsabilidade primordial pela conformidade com os IPPs é do principal.

Para obter informações completas sobre os requisitos de IPPs, clique aqui

Considerando que, ao usar a AWS, os clientes mantêm o gerenciamento e o controle de seus dados, os clientes são responsáveis por monitorar seu próprio ambiente para detectar violações de privacidade e notificar os indivíduos afetados da forma exigida pelas leis aplicáveis.

As chaves de acesso da AWS de um cliente podem ser usadas como exemplo para ajudar a explicar porque o cliente, e não a AWS, está melhor posicionado para gerenciar essa responsabilidade. Os clientes controlam as chaves de acesso e determinam quem está autorizado a acessar sua conta da AWS. A AWS não tem visibilidade das chaves de acesso nem de quem está ou não está autorizado a fazer login em uma conta. Portanto, o cliente é responsável por monitorar o uso, o uso indevido, a distribuição ou a perda das chaves de acesso.

No momento, a Lei de privacidade não exige a notificação de indivíduos sobre divulgação ou acesso não autorizado de suas informações pessoais. Nos termos das orientações do departamento do comissário de privacidade da Nova Zelândia sobre violações de privacidade, uma notificação pode ser adequada. Cabe ao cliente determinar quando é adequado notificar indivíduos e o processo de notificação a ser seguido.

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