O blogue da AWS

Com Amazon CloudFront, Pagbem acelera a entrega de conteúdo para seus usuários finais

“Desde o início, sem medir esforços, nós optamos pela melhor solução atual em termos de tecnologia que permitisse mobilidade, dispensando toda aquela infraestrutura física que se tinha no passado, e também a escalabilidade, porque o nosso negócio cresce emdegraus.”

– Mauro Piacentini, Diretor Executivo da Pagbem

“A nuvem trouxe uma vantagem: eu implemento meu sistema, totalmente novo, tenho o melhor recurso técnico de cloud computing, que é a Amazon, com os melhores serviços, e vou pagando e usando conforme o crescimento do negócio. Então eu consigo casar a entrada de recurso com o pagamento da minha infraestrutura. Essa conta se paga porque eu consigo crescer de acordo com a nossa necessidade.”

– Leonardo Fagnani, Gerente de TI da Pagbem

 

Inserida no disruptivo setor das fintechs, a Pagbem nasceu em 2015 com a missão de modernizar o processo de administração de frete rodoviário e pedágio no Brasil, com uso intensivo de tecnologia, buscando integrar todos os agentes – embarcadores, transportadoras, agentes autônomos, postos de combustível e governo. Desenhada por um time com ampla expertise em operações bancárias e gestão de recursos, como o CEO Gustavo Guedes Maniero, a empresa criou soluções financeiras simples e rápidas de gestão logística rodoviária. Desde o começo, a Pagbem planejou seu negócio com os serviços da Amazon Web Services no centro de sua operação: toda sua infraestrutura está armazenada e opera 100% na nuvem, garantindo elevado nível de segurança, desempenho e disponibilidade.

Sobre a Pagbem

A Pagbem é uma empresa nova no mercado de Pagamento Eletrônico de Frete (PEF) e Vale Pedágio Obrigatório (VPO) e conta com profissionais com mais de 20 anos de experiência no setor. A empresa fornece produtos como cartão de crédito bandeira Visa, antecipação de recebíveis e outros produtos financeiros voltados para os transportadores e embarcadores de carga. As soluções não atendem apenas novas diretrizes do governo para reduzir os riscos da informalidade, mas também promovem a inserção social de profissionais que, na maioria das vezes, sequer têm acesso ao sistema financeiro. Com a PagBem, ao invés de correr riscos rodando estradas com  quantias elevadas de dinheiro, o caminhoneiro recebe da empresa que o contrata uma carga pré-paga, via cartão, que pode ser utilizada em qualquer lugar para saque ou compras. Com a solução Pagbem, é possível  comprar em farmácias, supermercados, bares e restaurantes, além de recarregar o celular, pagar contas e pedágios, abastecer em postos de gasolina, realizar saques na Rede 24hs ou transferir o dinheiro para uma conta corrente, caso ele tenha.

Criada em agosto de 2015 e homologada pela Agencia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em poucos meses a empresa ja atraiu transportadoras e embarcadores grandes do agronegócio, setor em amplo crescimento no país, e conta com a escalabilidade da nuvem da Amazon para expandir seu negócio, incorporando grandes players do setor sem precisar se preocupar com infraestrutura. Este mês, a empresa já conquistou um cliente de grande porte, a CargoX, com mais de cem mil caminhoneiros autônomos, que agora terão acesso a todas as vantagens das soluções da Pagbem. Atualmente o mercado de frete rodoviário no Brasil movimenta mais de 100 bilhões de reais e reúne mais de 1,5 milhões de caminhoneiros, mas ainda existem poucas empresas com soluções de PEF e VPO capacitadas como a startup.

O Desafio

Criada por profissionais experientes do mercado financeiro, a startup nasceu estrategicamente na nuvem da Amazon pela garantia de segurança das informações e transações, amplamente protegidas e monitoradas. Porém, como prestadores de serviços para o segmento de logística, o maior desafio da fintech era a disponibilidade: a Pagbem não pode correr o risco de ficar inoperante, nem mesmo por alguns minutos.

“A gente chegou a avaliar outras soluções de nuvem, mas não tem como a gente sair da Amazon por um simples argumento: 100% de disponibilidade. Nós fizemos alguns estudos e avaliamos os números”, explica Leonardo Fagnani. “Imagina uma fila de caminhões parada para fazer algum tipo de transação, e está todo mundo ali, preparado, e não conseguirem carregar o cartão porque está fora do ar? Obviamente não existe essa possibilidade, de deixar o caminhão parado, a logística parada. Essa é a nossa preocupação número um”, destaca o Diretor Executivo da Pagbem, Mauro Piacentini.

Segundo o Gerente de TI, Leonardo Fagnani, um desafio pessoal foi mostrar aos investidores da companhia que, mesmo com pagamento em dólar, manter a infraestrutura da Pagbem na nuvem da Amazon seria muito mais viável do que construir um datacenter próprio, mesmo que pequeno. “Eu insisti muito na nuvem e consegui, por meio desse estudo, demonstrar que era a melhor opção.”

Por que a Amazon Web Services?

A AWS foi escolhida pela Pagbem como a melhor solução tecnológica para garantir a mobilidade de seus bancos de dados, e a economia de recursos com a infraestrutura física da empresa, que opera com altos níveis de segurança de informação como qualquer banco. Com planos de expansão em patamares ousados, a fintech já começou a incorporar clientes de grande porte, e pode crescer sem limites e sem grandes esforços para migrar e expandir sua infraestrutura, mesmo que seu negócio triplique de tamanho em um curto espaço de tempo, como projeta a empresa.

“A gente vê na nuvem uma autonomia de trabalho. E o principal fator é o serviço que a nuvem oferece: pague conforme o uso, use o recurso conforme a sua necessidade naquele dia, naquela hora, naquele minuto. Eu não poderia gastar tempo e dinheiro projetando uma infraestrutura gigantesca para um ou dois anos”, explica o gerente de TI.

Com ambiente, testes e homologação 100% na nuvem, a Pagbem utiliza o banco de dados Amazon RDS, na Virginia, EUA, para facilitar as configurações e suas operações com total escalabilidade, e possui instâncias hospedadas no Amazon Elastic Compute Cloud (EC2) distribuídas entre datacenters na Virginia e em Sao Paulo, onde fica a sede da empresa. Com o Amazon Virtual Private Cloud (VPC) a startup cria recursos isolados e tem controle total de sua rede virtual, via conexão VPN.

Com o serviço de Domain Name System (DNS) altamente disponível e escalável do Amazon Route 53, a Pagbem conecta as solicitações de usuários com sua infraestrutura na nuvem AWS, e com o Amazon CloudFront a empresa acelera a entrega de conteúdo para usuários finais, sem compromisso mínimo de utilização. A infraestrutura da Pagbem conta ainda com o serviço de e-mails Amazon Simple Email Service (SES) para atender à sua base de clientes, e com o serviço de enfileiramento de mensagens em transito Amazon Simple Queue Service (Amazon SQS).

Os Benefícios

Além da alta disponibilidade, a Pagbem optou pela Amazon também pela economia. Segundo Fagnani, construir um datacenter próprio, por menor que fosse, exigiria um investimento inicial de pelo menos R$ 2 milhões. Após trabalhar muitos anos em bancos, o Gerente de TI tinha a clara visão de que na nuvem a empresa economizaria um recurso ainda mais valioso: tempo.

“Os bancos tinham uma infraestrutura engessada, com um prédio inteiro só de datacenter, gastos com resfriamento, energia, alguns chegavam a ter geradores de energia próprios. É um investimento absurdo, de pessoas, espaço, aluguel, algo que não daria para a gente fazer. Não só por recurso financeiro, mas também por agilidade e por tempo”, explica o Gerente de TI.

“Partir do zero já com um sistema pronto, rodando totalmente em nuvem, escalável, e com o melhor recurso que existe, para a gente era a grande vantagem competitiva. Se amanhã entra um cliente grande, o meu esforço para migrar minha infraestrutura é zero. Eu simplesmente coloco uma máquina, duas, dez máquinas novas, e ela cresce de acordo com a nossa necessidade.”

Do ponto de vista técnico, a contratação da AWS também facilita a rotina de trabalho dos programadores, que podem focar no negócio e não perder dias construindo serviços básicos que já são amplamente oferecidos na nuvem.

“Como a minha origem em tecnologia é desenvolvimento e eu programei por muitos anos, eu sei as dificuldades que um programador tem para construir serviços, então ele passa um tempo muito grande construindo serviços básicos. E a Amazon te entrega vários serviços prontos, que você simplesmente usa. Então você economiza muito tempo na parte técnica, e gasta mais seu tempo fazendo seu negócio evoluir”, destaca Leonardo Fagnani.

A alta disponibilidade também garante tranquilidade aos clientes da Pagbem, afinal, qualquer falha no sistema de pagamento é passível de multa pelo agente regulador do setor de transportes.

“Saber que hoje estou operando numa zona de alta disponibilidade, como é o nosso caso, na Virgínia, e que a qualquer problema eu posso ir para qualquer lugar do mundo (Hong Kong, Europa, China ou mesmo para o Brasil) e, em questões de minutos, duplicar, triplicar o meu poder de processamento, é uma vantagem que não tem igual.”

Próximos Passos

Com o crescimento acelerado da Pagbem, a empresa vai sofisticar e acelerar ainda mais o desempenho de sua infraestrutura, expandindo sua infraestrutura na nuvem da Amazon de modo fácil e seguro utilizando o serviço Amazon Database Migration Service (DMS), para garantir que o banco de dados de origem permaneça totalmente operacional durante a migração para o Amazon Aurora, banco de dados relacional compatível com MySQL com desempenho 5 vezes mais rápido.