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O valor agregado de TI ao negócio: o caso BGMRodotec

A área de TI sempre foi vista como um setor a parte da empresa. No entanto, com a expansão do cloud, o ramo vem ganhando uma maior visibilidade e já se torna um parceiro direto do negócio. O TI conquistou o seu espaço e hoje é visto através de um olhar estratégico e como um modo concreto de fazer a empresa crescer.

Valter Silva, gerente comercial da BgmRodotec, a maior fornecedora latino-americana de sistemas de software de Planejamento de Recursos Empresariais (ERP) para o setor de transporte, conta um pouco como a área de TI passou a agregar valor ao negócio com sua ida à nuvem e a destacou no mercado.

Quem é a BgmRodotec?

A Bgm já possui 36 anos de mercado e atua exclusivamente no setor de informática para empresas de transporte rodoviário de cargas, passageiros e TRR. O nosso produto é o Globus®, um software de gestão empresarial de transporte que atende a todas as áreas e departamentos dessas empresas. Além disso, temos outras soluções que adentram o ramo de consultoria e inteligência de mercado.

Todas essas nossas ferramentas estão alocadas na nuvem da AWS há mais de um ano. Optamos pela AWS em razão da capacidade de expansão, agilidade e economias de custo que a plataforma oferece, e o resultado não poderia ser melhor: todos os nossos clientes estão bastante satisfeitos com a escolha.

Como a nuvem conseguiu tornar a área de TI um valor de negócio em si?

O TI agrega valor ao nosso negócio à medida que ele precisa de um investimento menor em infraestrutura para nos suportar. Não é um ganho financeiro direto para nós, mas sim uma facilitadora operacional. Agora, quando falamos sobre o momento de comercialização, a BgmRodotec tem um recurso a mais e o cliente um desembolso menor no investimento para começar a operar conosco.

Exemplificando: um cliente que precisa de um ambiente com vinte usuários teria que comprar, além do nosso sistema, os equipamentos necessários para rodar este sistema. Agora, quando chegamos com a nuvem, ele não precisa disso. No dia seguinte, ele já tem tudo implantado e instalado. Há uma economia muito grande na compra total do cliente, virando, portanto, um fator de decisão.

Como era a Bgm antes da nuvem? E depois?

O nosso sistema anterior à nuvem ficava hospedado em uma instalação de localização compartilhada, que trazia problemas de desempenho e perda constante de conexão. Além disso, o nosso rápido crescimento de negócios nos forçava a considerar uma abordagem mais flexível e econômica. Foi então que fizemos a migração.

Hoje, com as nossas soluções na nuvem, nós resolvemos os problemas anteriores e passamos a agir com a escolha do cliente, ou seja: é opcional. Ainda há clientes que preferem ter a estrutura própria – apesar de nós demonstrarmos que isso não é um bom negócio. E há clientes que já tem um olhar mais estratégico e percebem a necessidade da nuvem.

Para vocês internamente como foi esse processo de migração?

Foi muito tranquilo e assustadoramente curto. A SkyOne, parceira da AWS e nossa fornecedora, levou todo o nosso sistema para a nuvem sem nenhuma alteração nem para nós e nem para os nossos clientes. Claro, há toda uma infraestrutura por trás e um esforço de ambas as partes, mas nós não tivemos que desenvolver nada além para realizar a migração.

Quais foram os benefícios?

Agora a Bgm tem a capacidade de expansão necessária para suportar a base de clientes de rápido crescimento. Além disso, nosso sistema é mais ágil, fácil e flexível. Outro ponto importante é em relação ao atendimento aos clientes que querem utilizar as nossas soluções em dispositivos móveis: antes não era possível, hoje é.

Saiba mais detalhes sobre o estudo caso da BgmRodotec com a AWS e a Skyone.