Author: Paula Pimentel


Novidade: mais uma zona de estabilidade em Ohio, nos Estados Unidos

Por Jeff Bar

 

Como parte de nossa estratégia de expandir ainda mais o alcance global da AWS, estamos felizes em anunciar mais uma nova zona de disponibilidade no leste dos Estados Unidos, em Ohio. Agora, junto com a zona de disponibilidade da Virgínia, nossos clientes dessa região terão acesso ainda mais rápido e de baixa latência aos serviços da infraestrutura oferecida pela AWS.

Os Detalhes

A nova zona de disponibilidade de Ohio, EUA, oferece total suporte ao Amazon EC2 e serviços relacionados como Amazon Elastic Block Store (EBS), Amazon Virtual Private Cloud (VPC), Auto Scaling, Amazon Elastic Load Balancing, NAT Gateway, Spot Instances e Hosts Dedicados.

A nova zona de disponibilidade suporta ainda uma extensa gama de serviços como Amazon API Gateway, AWS Certificate Manager, AWS CloudFormation, Amazon CloudFront, AWS CloudHSM, Amazon CloudWatch (inclusive eventos e logs), AWS CloudTrail, AWS CodeCommit, AWS CodeDeploy, AWS CodePipeline, AWS Config, AWS Database Migration Service, AWS Direct Connect, Amazon DynamoDB, EC2 Container Registry, Amazon EC2 Container Service (ECS), Amazon Elastic File System, Amazon ElasticCache, AWS Elastic Beanstalk, Amazon EMR, Amazon ElasticSearch Service, Amazon Glacier, AWS Identity And Acess Management (IAM), AWS Import/Export Snowball, AWS Key Management Service (KMS), Amazon Kinesis, AWS Lambda, AWS Marketplace, Mobile Hub, AWS OpsWorks, Amazon Relational Database Service (RDS), Amazon Redshift, Amazon Route 53, Amazon Simple Storage Service (S3), AWS Service Catalog, Amazon Simple Notification Service (SNS), Amazon Simple Queue Service (SQS), AWS Storage Gateway, Amazon Simple Workflow Service (SFW), AWS Trusted Advisor, VM Import/Export, e AWS Web Application Firewall.

A zona de Ohio sustenta todos os tamanhos de instâncias C4, D2, I2, M4, R3, T2 e X1. Assim como em cada nova região, as instâncias devem ser migradas através de uma Virtual Private Cloud (saiba mais detalhes aqui.).

Alta conexão

Veja algumas métricas interessantes sobre as conexões entre regiões (os nomes são denominados por códigos de aeroportos, como é comum em todo o mundo; todos os tempos de latência giram em torno de 2ms):

  • 10 ms para ORD (base de duas redes Direct Connect locais hospedadas pela QTS e Equinix, e um Internet exchange point).
  • 12 ms para IAD (base para a região leste dos EUA (Virgínia).
  • 18 ms para JFK (base para outro Internet exchange point).
  • 52 ms to SFO (base para a região oeste dos EUA (Califórnia).
  • 68 ms para PDX (base para a região oeste dos EUA (Oregon)

Com apenas 12 ms de latência de ida e volta entre Ohio e Virgínia, você pode fazer bom uso de benefícios únicos da AWS entre as regiões, como replicar instâncias do Amazon S3, ou fazer réplicas de leitura para Amazon Aurora. A transferência de dados entre as duas regiões custa o preço Inter-AZ (US$ 0,01 por GB), tornando as suas conexões entre as regiões ainda mais econômicas.

Também estamos trabalhando em conjunto com Universidade do Estado de Ohio para fornecer AWS Direct Connect para acesso ao OARnet. Esta rede de 100 gigabityes conecta faculdades, escolas, hospitais de pesquisa médica, e o governo do estado, fornecendo conexão de alta velocidade em rede dedicada da AWS para professores locais, estudantes e pesquisadores.

14 regiões, 38 zonas de disponibilidade, e muito mais a caminho

O lançamento dessa nova zona de disponibilidade em Ohio (3-AZ) expande nosso alcance global para um total de 14 regiões e 38 zonas de disponibilidade. Nós já estamos prontos para inaugurar também uma segunda região AWS na China, assim como outras novas regiões AWS no Canadá, França e no Reino Unido.

Como tem ocorrido algumas confusões no mercado sobre as diferenças entre as regiões e zonas de disponibilidade, é importante esclarecer as diferenças entre esses dois termos. Cada Região AWS é uma localidade física onde temos uma ou mais Zonas de Disponibilidade ou AZs. Cada Zona de Disponibilidade, por sua vez, consiste em um ou mais data centers, e cada um deles possui sua própria energia de redundância, rede e conexões, sendo todos alojados em instalações separadas. Ter duas ou mais zonas de disponibilidade em cada região, como agora no leste dos EUA, possibilita ao seu negócio executar aplicações com muito mais disponibilidade, tolerantes à falhas e duráveis do que em áreas com somente uma AZ.

Nós gostamos de brincar com algumas analogias sobre a diferença entre os dois termos, como, por exemplo, “hotéis vs. quartos de hotéis”, ou “macieiras vs. maçãs”. Independente da analogia, o importante é saber o que significam. Para maiores detalhes, acesse nossa página sobre todas as regiões AWS e ZAs do mundo aqui.

 

Novo serviço: VMware Cloud na AWS

A forte tendência de transformação de estruturas on-premises em sistemas totalmente virtuais tem ajudado diversas empresas a aumentarem a eficiência operacional e a obter o maior desempenho possível de seus data centers. Ao longo do tempo, essas organizações construíram um repertório grande de habilidades de arquitetura e experiência operacional, mas agora enfrentam dificuldades para conciliar as economias da nuvem pública com o acelerado passo de inovações da Amazon Web Services.

Por causa disso, muitas companhias começaram a olhar mais atentamente para a nuvem da AWS e gostaram do que encontraram: a AWS possui data centers em 35 zonas de disponibilidade, em 13 regiões diferentes em todo o mundo (e segue construindo mais cinco). Essas empresas já reconhecem o valor da extensa gama de serviços oferecidos pela AWS e da flexibilidade do modelo pague conforme o uso, e agora buscam novas maneiras de seguir em direção ao futuro investindo na virtualização de seus sistemas, que muitas vezes remonta uma década ou mais.

VMware + AWS = Mais vantagens

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AWS Mobile Services: Desenvolvendo o primeiro aplicativo móvel na AWS

Por Henry Alvarado, AWS Solutions Architect

Componentes comuns no desenvolvimento mobile

O desenvolvimento de aplicativos móveis usualmente requer a utilização de componentes comuns e reutilizáveis que não geram uma diferenciação perceptível pelo usuário. Além de ser um ponto complexo de tratar, envolve muito esforço para serem operados, monitorados, escalados e gerenciados; o que requer recursos adicionais e atrasa a inovação do desenvolvimento do aplicativo móvel.

A seguir, vamos rever alguns desses componentes mais utilizados e como os serviços providos pela AWS podem aumentar a agilidade e inovação ao desenvolver aplicativos móveis.

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Armazenamento de dados: Com a AWS, cientistas brasileiros estão construindo a primeira floresta digital na nuvem

A biodiversidade brasileira é uma das nossas maiores riquezas e nas matas do país podem estar escondidas moléculas com potencial para se tornar produtos de alto valor comercial. O grande desafio para os cientistas sempre foi o mapeamento dessas moléculas, bem como a possibilidade de armazenamento de dados, um trabalho extremamente difícil e caro. Porém, a Bio Bureau, startup encubada na BioRio, polo de biotecnologia do Rio de Janeiro, encontrou na nuvem da AWS a solução para “uma empresa pequenininha fazer um trabalho de gente grande”, como diz o coordenador do projeto, o biólogo Mauro Rebelo. Com apenas cinco funcionários, a Bio Bureau já atende a dois clientes gigantes: a Petrobras e a Votorantim. Saiba um pouco mais sobre esse estudo de caso.

“Somos uma startup pequena que precisa de uma infraestrutura de TI que a gente não tem como fazer, e poder usar a nuvem e os serviços da AWS viabilizou nosso modelo de negócio, que a gente acredita que é escalonável. Ainda não temos clientes o suficiente para escalonar isso, mas continuamos investindo no desenvolvimento da nossa plataforma na nuvem porque a gente acredita que vai escalonar muito, e na hora que escalonar, não vou precisar me preocupar com a infraestrutura.”

Como a tecnologia da AWS de armazenamento de dados viabiliza as pesquisas da Bio Bureau?

Foi em 2013 que o biólogo conheceu a AWS e, apesar de toda a resistência de pesquisadores das universidades, apostou no potencial da nuvem para a biotecnologia, sem precisar de um alto investimento inicial em infraestrutura, que a empresa simplesmente não tinha como fazer.

“Em algum momento, nós vimos que dava para sequenciar não só alguns genes, mas genomas inteiros e isso são bilhões de pares de base, é um volume muito, muito grande de informação na forma de texto, mas que tem que ser processado também”, explica Mauro. “E a gente viu alguns trabalhos que estavam sendo feitos pela indústria farmacêutica, que ao invés de comprar servidores gigantescos, foram os primeiros a tentar paralelizar alguns desses processamentos de bioinformática na Amazon. E a gente era uma empresa pequena, não tínhamos cem mil dólares para comprar um servidor, e aí eu resolvi fazer na Amazon, em 2013. Para ter uma ideia de custo, eu consegui com dez mil dólares fazer análises que, com um computador próprio, eu precisaria de cem mil dólares. Eu acho que a gente tem que abraçar a tecnologia.”

Quais serviços da AWS a Bio Bureau utiliza em suas pesquisas?

O sequenciamento de genomas inteiros exige uma capacidade de processamento de bilhões de pares de base, um volume de armazenamento de dados gigantesco. Com cerca de 500 instâncias no armazenamento de dados da AWS, a startup venceu esse desafio.

“A gente armazena as nossas informações no Amazon S3 e contrata instâncias que são de acordo com a nossa demanda. Às vezes eu preciso de mais processamento, para determinadas análises, e em outras vezes eu preciso de mais memória. Então nós temos lá algumas instâncias que estão dimensionadas para as nossas demandas, e elas ficam desligadas, e na hora que a gente precisa, a gente liga”, explica o biólogo.

Decifrando a Mata Atlântica: uma jornada que está apenas no começo

Os cientistas da Bio Bureau adotaram um método de sequenciamento de genoma simplificado para agilizar a investigação da biodiversidade, começando com 50 espécies de plantas da Mata Atlântica encontradas na reserva Legado das Águas, no Vale do Ribeira, em São Paulo – a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil –, adquirida pela Votorantim nos anos 1950 para a proteção dos corpos d’água que alimentam sete hidrelétricas da empresa. Em apenas seis meses, com a ajuda da nuvem, 50 espécies já foram decifradas. Mas Rebelo sonha alto: quer decifrar as mais de 20 mil espécies que se estima existir.

“Hoje já temos o maior banco de dados genéticos da Mata Atlântica rodando na nuvem. Nossa ideia é sequenciar toda a biodiversidade das florestas e montar ‘florestas digitais’, e seria legal se a versão digital da Amazônia estivesse armazenada nos servidores da Amazon.”

#AWS Summit Insights: Como fazer Content Delivery Network em Todo o Mundo Com Mais Qualidade, Estabilidade e Rapidez – caso Esporte Interativo


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A complexidade da internet hoje faz de uma rede de entrega de conteúdo uma tecnologia essencial para que sites grandes e acessados de diferentes localidades possam garantir agilidade e estabilidade na entrega do seu produto. As chamadas CDNs (Content Delivery Network) hospedam um determinado conteúdo em servidores espalhados em várias partes, permitindo a distribuição de forma eficaz para larga audiência, independentemente do local de acesso.

O Amazon CloudFront é um serviço de Content Delivery Network global que acelera a distribuição do conteúdo de sites, APIs, vídeo ou outros recursos da web. Ele se integra a outros produtos da Amazon Web Services para oferecer aos desenvolvedores e às empresas uma maneira fácil de acelerar a entrega aos usuários finais, sem compromisso mínimo de utilização.

Durante o AWS Summit, o arquiteto de soluções para Enterprise Ricardo Geh fez uma apresentação detalhada sobre esse serviço, mostrando como funciona e como obter suas vantagens. O produto é usado para aumentar a performance, a disponibilidade e o cachê de aplicações de empresas como o Esporte Interativo, que produz e distribui conteúdo esportivo em múltiplas plataformas, com alcance mensal de 33 milhões de espectadores. A empresa ainda oferece um serviço por assinatura a um preço acessível, com conteúdo ao vivo e on demand, o premiado EI Plus, aplicativo móvel de conteúdo esportivo ao vivo mais acessado do país.

Quais as vantagens de uma Content Delivery Network?

Uma rede Content Delivery Network melhora a performance, o alcance e a funcionalidade, com viabilidade financeira. A Content Delivery Network alcança uma grande audiência de maneira otimizada: promove menor latência de entrega de conteúdo, maior taxa de transferência, redução de processamento e mais segurança na origem, menor custo e maior gerenciamento da distribuição de conteúdo.

Com uma rede global de distribuição, o Amazon CloudFront permite o alcance dos cinco continentes, em 19 países, recentemente incluindo a Índia na extensa lista de pontos de presença no mundo, o que ajuda a melhorar o desempenho e disponibilidade para os usuários finais de sua aplicação. Sob demanda, o pagamento é de acordo com o uso, e os preços são os mesmos para conteúdos estáticos e dinâmicos, otimizando os custos. Os servidores de origem em sua rede podem ser outros Amazon Web Services – um bucket do Amazon S3, uma instância do Amazon EC2 ou um Elastic Load Balancer, por exemplo.

Vários mercados já se beneficiam da rede: mídia e entretenimento, com alta capacidade para vídeos on demand, streaming e transmissões ao vivo, jogos, e-commerce, digital advertising, download de softwares, websites dinâmicos com atualizações constantes como os de notícias, e todos os tipos de aplicações. Além do Esporte Interativo, grandes empresas como Vevo, Spotify, Samsung e Discovery Channel usam CloudFront.

Como o Esporte Interativo se beneficia do CloudFront?

Esporte na hora e onde você quiser. Com esse lema, é prioridade do Esporte Interativo estar sempre disponível e oferecer a melhor experiência possível aos fãs das mais de 70 modalidades esportivas oferecidas pelo canal. A empresa se diversificou e foi pioneira em ultrapassar barreiras e oferecer conteúdo de campeonatos estrangeiros como a Champion League.

“A Amazon Web Services nos ajuda a conectar, entreter e transformar a vida das pessoas através do esporte”, ressalta o Diretor de Tecnologia e Operações do EI, Flavio Menna. Antes da nuvem, os desafios do canal eram muitos: era preciso suportar eventos ao vivo para uma base de usuários em larga expansão, em múltiplas plataformas e garantindo a melhor relação de custo a usuário. Também era crucial para o negócio gerar métricas para otimizar a gestão. Nesse contexto, Marcelo Portela, VP de Mídias Digitais explica o protagonismo do CloudFront na distribuição de conteúdo do Esporte Interativo: “Utilizamos o CloudFront para distribuir nosso conteúdo de forma segura, confiável e com relação custo-benefício adequado”.

 

Amazon CloudFront anuncia novos pontos de presença em São Paulo, Montreal e Toronto

Temos o prazer de anunciar o lançamento de mais uma zona de disponibilidade CloudFront em São Paulo, a nossa terceira no Brasil, além de outras duas no Canadá, nas cidades de Montreal e Toronto. Com essa expansão, o Amazon CloudFront agora tem um total de 59 pontos de presença em todo o mundo.

Os novos datacenters da AWS ajudam a melhorar o desempenho e a disponibilidade para os usuários finais de suas aplicações, e suportam todos os recursos do Amazon CloudFront, sem nenhum custo adicional.

Acesse aqui a nossa lista de zonas de disponibilidade e conheça mais sobre a presença global da AWS. Você também pode tirar dúvidas e aprender sobre as vantagens do Amazon CloudFront em uma sessão técnica com nossos engenheiros e gerentes de produto.

 

#Summit Insights: Ministério do Planejamento: Como criar um aplicativo de alta capacidade e flexibilidade em 24h: o desafio do Zika Vírus

Organizações governamentais do mundo todo enfrentam desafios únicos para realizar missões complexas com recursos limitados. Para o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, o desafio era enorme: desenvolver e disponibilizar, em 24h, uma aplicação de alta capacidade de monitoramento, acessível para todos os mais de 400 órgãos federais, para engajar milhares de servidores públicos nas ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus da dengue, zika e chikungunya.

Para o Coordenador de Sistemas da pasta, só havia uma saída: a nuvem. “Era um desafio de muita agilidade e criatividade”, explicou Vinicius Silva no Keynote de abertura do AWS Summit São Paulo 2016. “Nós sabíamos que precisávamos migrar para a nuvem, mas não sabíamos como. Com a ajuda da OutSystems, parceiro de tecnologia, fomos para a AWS de forma quase instantânea.”

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#AWS Summit Insights – Movile – Building Mobile Apps @ Scale

A Movile, primeira pontocom do país de projeção internacional, trabalha com serviços móveis e de entretenimento, e registra em seus sistemas mais de 70 milhões de atividades de usuários por mês. Mas não foi sempre assim, como explicou no Keynote de abertura do AWS Summit São Paulo o diretor de TI da Movile, Igor Ribeiro. “Nosso crescimento foi muito rápido e a nuvem possibilitou essa expansão, já que nosso grande foco hoje é criar o melhor conteúdo e investir em novas ideias, sem se preocupar com a infraestrutura e a segurança dos dados que rodam nos nossos aplicativos”, explicou Igor, acrescentando que a migração para a nuvem permitiu crescimento rápido sem interferir nos investimentos da empresa. O sistema de pagamento por demanda, segundo Igor, foi fundamental, permitindo inclusive a expansão dos negócios para além das fronteiras brasileiras, chegando aos EUA e deixando para trás gigantes do segmento como YouTube, Disney e Netflix na geração de conteúdo para crianças. Assim a Movile acaba de entrar para o seleto grupo de empresas unicórnio, com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.

O que a Movile faz?
Líder de mercado, a empresa conta com 300 colaboradores que entregam produtos em dispositivos móveis como aplicativos de entretenimento para adultos e crianças, jogos para celular, distribuição de conteúdo, educação online e M-commerce. Alguns de seus desenvolvedores estavam no Summit para aprender mais sobre os produtos AWS. “A gente usa muito os serviços AWS e vim ao Summit para ter uma ideia das melhores práticas e do que está surgindo de novo, até porque nisso a AWS é muito boa. Está sempre trazendo novidades, com muita facilidade e automação. Os serviços são claramente voltados para facilitar a vida dos desenvolvedores”, contou Moacir Ramos, Desenvolvedor da Movile.

Um dos aplicativos mais populares é a plataforma PlayKids, desenvolvida para crianças aprenderem de forma lúdica. O app acaba de superar a marca de 6 milhões de usuários ativos por mês e já tornou-se referência em conteúdo infantil. O aplicativo, atualmente, está disponível oficialmente em 30 países, mas já é acessado por crianças de 160 países. São mais de 17 milhões de downloads para smartphones e tablets, 5 milhões de vídeos assistidos e 4 milhões de jogos acessados todos os dias, além de mais de 1 milhão de livros lidos em uma base diária.

Como a Movile utiliza os produtos AWS?
No coração da arquitetura da Movile está o Amazon Redshift que sustenta projetos de BI do Playkids. Com esse serviço, a empresa de desenvolvimento de aplicativos pode lidar com um volume de dados de 7 bilhões de linhas por mês. Somado a essa solução, a Movile também utiliza os recursos do Amazon Relational Database Service (Amazon RDS) e adiciona novas tecnologias ao Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2).

 

#AWS Summit Insights: Utilizando a nuvem para proteger o mercado financeiro – a solução da Diebold Gas


Todo mercado está vulnerável às mudanças trazidas por tecnologias disruptivas, que desafiam e reconstroem as práticas tradicionais e introduzem novos processos para agregar cada vez mais valor ao negócio. Toda empresa deve buscar uma estratégia para se antecipar às vantagens oferecidas pela evolução tecnológica da nuvem, como ocorre hoje no mercado financeiro digital, mais conhecido como FinTech.

Uma das sessões do AWS Summit 2016 foi apresentada por Rafael Leandro Junior, Cloud Solutions Architect & Manager da GAS – Global Antifraud Solution. Rafael é responsável pelo desenvolvimento de arquiteturas em nuvem usando Amazon Web Services. A GAS, uma empresa do grupo Diebold, é referência em prevenção e combate a fraudes em meios digitais. Seus serviços oferecem alta proteção contra fraudes na internet, maior segurança e tranquilidade para usuários de bancos, empresas e órgãos públicos.

A companhia tem experiência em proteção de imagem, processos de autenticação e identificação, proteção contra perdas financeiras e contra roubo de informações. Atende clientes como Itaú, Banco do Brasil, Caixa, ANTT, Banco Safra, Banco Mercantil, Banco do Nordeste, Banco de Venezuela, entre outros. Através das soluções da Diebold GAS, alguns dos maiores bancos do país utilizam os serviços AWS para entregar segurança aos seus usuários com maior agilidade e escalabilidade. Durante a sessão, Rafael Leandro Junior abordou a solução Warsaw da Diebold GAS.

Qual a vantagem da arquitetura voltada para a segurança na AWS?

Além da abrangência global, a solução da nuvem se destaca frente à uma arquitetura on-premise porque elimina limitações de infraestrutura e processos, reduz o custo operacional e agiliza a atuação, respeitando os requisitos de segurança.

Os maiores bancos do país usam a solução Diebold GAS alinhada aos serviços Amazon S3, Amazon CloudFront, Amazon SQS, Amazon Simple Notification Service (SNS), Amazon API Gateway, e Amazon Lambda para atingir resultados como eliminar problemas com timeout no processo de instalação, cujo processo atinge redução no tempo de até cinco vezes, suporte a mais de 300 milhões de requisições por dia, entre quatro e seis Terabytes entregues diariamente, e até três vezes mais publicações diárias.

Rafael também adiantou novas soluções na nuvem AWS, que serão lançadas em breve. Uma delas é de Business Analytics, e vai integrar os serviços Amazon LambdaAmazon SQS, Amazon Kinesis Firehouse, Amazon RDS Aurora, Amazon Elastic MapReduce, Amazon Redshift, Amazon S3, Amazon API Gateway e Amazon CloudWatch.

Uma outra novidade é a solução voltada para o serviço de identificação sem instalação usando Amazon S3, Amazon DynamoDB, Amazon API Gateway, Amazon CloudWatch, Amazon Lambda e Amazon Cognito.

 

 

#AWS Summit Insights: Como usar a TI para transformar seu negócio?



Um dos principais motivadores para a migração de ambientes para a nuvem é a diminuição do custo, mas é importante considerar determinadas práticas para atingir o valor esperado. Durante o AWS Summit 2016, o consultor sênior AWS Otávio Pecego Coelho apresentou uma sessão dedicada ao serviço que oferece orientações práticas, a partir de uma visão geral do processo de transformação da nuvem para a TI e o negócio.

Como explicou Otávio Pecego Coelho, alguns pontos merecem atenção especial. Por exemplo, é preciso ter em mente que os maiores ganhos estão no negócio: custo inicial, disponibilidade, agilidade, elasticidade, menor risco, novas geografias, alto volume, prever futuro, etc. Também é fundamental levar em conta os custos de produtividade. A automoção implica em ganhos de duas a oito vezes no custo de pessoal, por exemplo. Outro fator que merece atenção é que a ociosidade de recursos impacta enormemente o Custo Total de Operação (TCO), por isso, é crucial medir a utilização média dos servidores e do seu DataCenter. A AWS também disponibiliza ferramentas para facilitar essa análise, como a calculadora de TCO.

Pecego abordou modelos de operação, estratégias de migração e tipos de arquitetura que tornam a jornada para a nuvem mais eficiente, guiados pelo AWS Cloud Adoption Framework. O serviço organiza e descreve as perspectivas no planejamento, criação e gerenciamento e suporte de uma TI de serviços moderna, e fornece uma estrutura onde negócios e TI possam trabalhar em conjunto com uma estratégia comum, apoiada pela automação e otimização de processos.

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