Visão geral

P: O que é o Amazon EventBridge?

O Amazon EventBridge é um serviço que oferece acesso em tempo real a alterações de dados em serviços da AWS, em suas aplicações e em aplicações de software como serviço (SaaS) sem precisar escrever código. Para começar a usar, você pode escolher uma origem de eventos no console do Amazon EventBridge e selecionar um destino entre vários produtos da AWS, incluindo AWS Lambda, Amazon Simple Notification Service (SNS) e Amazon Kinesis Data Firehose. O Amazon EventBridge entregará automaticamente os eventos em tempo quase real.

P: Como posso começar a usar o Amazon EventBridge?

Faça login na sua conta da AWS, navegue até o console do Amazon EventBridge e escolha uma fonte de eventos na lista de aplicações SaaS de parceiros e de serviços da AWS. Se você estiver usando uma aplicação de parceiro, verifique se configurou sua conta de SaaS para emitir eventos e aceite a aplicação na seção de origens de eventos oferecidos no console do Amazon EventBridge. O Amazon EventBridge criará automaticamente um barramento de eventos para onde os eventos serão encaminhados. Você também pode usar o AWS SDK para habilitar a aplicação a emitir eventos para o barramento de eventos. Opcionalmente, configure uma regra de filtragem e associe um destino aos eventos. Por exemplo, o destino pode ser uma função do Lambda. O Amazon EventBridge ingerirá, filtrará e enviará automaticamente os eventos para o destino configurado de forma segura e altamente disponível.

P: Posso publicar meus próprios eventos no Amazon EventBridge?

Sim. Você pode gerar eventos personalizados nas aplicações e publicá-los no Amazon EventBridge por meio das APIs do serviço. Também é possível configurar eventos programados que são gerados periodicamente para processamento em qualquer destino compatível com o Amazon EventBridge.

P: Qual é o formato de um evento?

Os eventos usam uma estrutura JSON específica. Cada evento tem os mesmos campos de envelope de nível superior, como a origem do evento, o carimbo de data/hora e a região. Em seguida, há um campo de detalhe, que é o corpo do evento. Por exemplo, quando um grupo do Auto Scaling do Amazon Elastic Compute Cloud (EC2) cria uma nova instância do Amazon EC2, ele emite um evento com a fonte “aws.autoscaling” e o detalhe “EC2 instance created successfully” (Instância do EC2 criada com êxito).

P: Como filtro quais eventos são entregues a um destino?

Você pode filtrar eventos com regras. Uma regra combina eventos recebidos para um determinado barramento de eventos e envia esses eventos aos destinos para processamento. Uma única regra pode encaminhar para vários destinos, todos processados em paralelo. As regras permitem que diferentes componentes de aplicativos procurem e processem os eventos relevantes para eles. Uma regra pode personalizar um evento antes que ele seja enviado ao destino, passando apenas certas partes ou substituindo o evento por uma constante. Para o exemplo na pergunta anterior, você pode criar uma regra de evento correspondente à fonte “aws.autoscaling” e ao detalhe “EC2 instance created successfully” (Instância do EC2 criada com êxito) para enviar uma notificação sempre que um grupo do Auto Scaling criar uma instância do Amazon EC2 com êxito.

P: Como protejo o acesso ao Amazon EventBridge?

Como o Amazon EventBridge se integra ao AWS Identity and Access Management (IAM), você pode especificar quais ações um usuário da sua conta da AWS pode executar. Por exemplo, você pode criar uma política do IAM que concede permissão para criar barramentos de eventos ou associar destinos de eventos somente para determinados usuários na organização.

P: Qual a relação entre o Amazon EventBridge e o CloudWatch Events?

O Amazon EventBridge usa e amplia o CloudWatch Events. Ele usa a mesma API e endpoint de serviço e a mesma infraestrutura de serviço subjacente. Para os clientes que já usam o CloudWatch Events, nada muda. Você pode continuar a usar a mesma API, os mesmos modelos do CloudFormation e o mesmo console. Ouvimos dos clientes que o CloudWatch Events é o serviço ideal para criar arquiteturas orientadas por eventos. Em função disso, criamos novos recursos que permitem que os clientes conectem dados de seus próprios aplicativos e de aplicativos SaaS de terceiros. Em vez de manter essa funcionalidade dentro do serviço CloudWatch, nós a lançamos com um novo nome, Amazon EventBridge, para indicar que ela vai além do caso de uso de monitoramento para o qual o CloudWatch Events foi desenvolvido.

P: Eu uso atualmente o Amazon CloudWatch Events e gostaria de experimentar os recursos do Amazon EventBridge. Preciso mover minhas regras e permissões do Amazon CloudWatch Events para o Amazon EventBridge?

Não. Os usuários atuais do Amazon CloudWatch Events podem acessar seu barramento, regras e eventos padrão existentes no novo console e API do Amazon EventBridge ou no console e API do Amazon CloudWatch Events.

P: Já estou usando o Amazon CloudWatch Events e não preciso dos recursos do Amazon EventBridge. O que mudará para mim?

Nada. O Amazon EventBridge usa a mesma API do Amazon CloudWatch Events. Portanto, toda a utilização atual da API do CloudWatch Events permanecerá igual.

P: O Amazon CloudWatch Events será descontinuado um dia?

Não descontinuaremos a API ou o serviço em si. O Amazon EventBridge usa mesma API e traz recursos adicionais. Com o tempo, o nome do Amazon CloudWatch Events será substituído pelo do Amazon EventBridge.

P: Quais serviços da AWS estão integrados como fontes de eventos para o Amazon EventBridge?

Há mais de 90 serviços da AWS disponíveis como fontes de eventos para o EventBridge, incluindo AWS Lambda, Amazon Kinesis, AWS Fargate e Amazon Simple Storage Service (S3). Para obter a lista completa das integrações com os serviços da AWS, consulte a documentação do EventBridge.

P: Quais serviços da AWS estão integrados como destinos de eventos para o Amazon EventBridge?

Há mais de 15 serviços da AWS disponíveis como destinos de eventos para o EventBridge, incluindo AWS Lambda, Amazon Simple Queue Service (SQS), Amazon SNS, Amazon Kinesis Streams e Amazon Kinesis Data Firehose. Para obter a lista completa das integrações com os serviços da AWS, consulte a documentação do EventBridge.

P: O que são eventos de arquivamento e repetição do EventBridge?

O Event Replay é um novo recurso do Amazon EventBridge que permite aos clientes reprocessar eventos anteriores de volta para um barramento de eventos ou uma regra específica do EventBridge. Esse recurso permite que os desenvolvedores depurem facilmente suas aplicações, amplie-as alimentando destinos com eventos históricos e façam recuperação de erros. O Event Replay permite que os desenvolvedores tenham a certeza de que sempre terão acesso a qualquer evento publicado no EventBridge.

P: O que são destinos de API do EventBridge?

Os destinos de API permitem que os desenvolvedores enviem eventos de volta a qualquer aplicação on-premises ou SaaS com a capacidade de controlar a taxa de transferência e a autenticação. Os clientes podem configurar regras com transformações de entrada que mapearão o formato do evento ao formato do serviço de recebimento, e o EventBridge cuidará da segurança e da entrega. Quando uma regra é acionada, o Amazon EventBridge transforma o evento com base nas condições especificadas e o envia para o serviço da Web configurado, com as informações de autenticação fornecidas no momento em que a regra foi configurada. A segurança é integrada para que os desenvolvedores não precisem mais escrever componentes de autenticação para o serviço que desejam usar.

P: O que é uma “conexão” para o destino de API? Como faço para configurar destinos de API?

Cada destino de API usa uma conexão que define o método de autorização e as credenciais a serem usadas para se conectar ao endpoint HTTP. Quando você define as configurações de autorização e cria uma conexão, ela gera um segredo no AWS Secrets Manager para armazenar as informações de autorização com segurança. Você também pode adicionar outros parâmetros a serem incluídos na conexão, conforme apropriado para a sua aplicação.

Para configurar um destino de API, você precisará fornecer um endpoint de destino de API, ou seja, um destino de endpoint HTTP de invocação para eventos. Você precisará criar uma conexão para autorizar nesse endpoint. Como opção, você também pode definir o limite da taxa de chamada – o número máximo de chamadas por segundo para enviar ao endpoint de destino da API. Saiba mais sobre conexões e destinos de API.

Limites e performance

P: Quais são os limites do serviço?

Consulte a página de limites do serviço aqui.

P: Qual é a latência que posso esperar entre o envio e o recebimento de um evento?

A latência normal é de cerca de meio segundo. Essa latência pode variar.

P: O Amazon EventBridge oferece suporte à marcação de recursos com tags?

Sim. Você pode etiquetar regras. Não é possível etiquetar barramentos de eventos ou fontes de eventos.

P: Qual o throughput que posso esperar do Amazon EventBridge?

Os limites de taxa de transferência do barramento de eventos são especificados na página de limites do serviço aqui. Se precisar de uma taxa de transferência maior, solicite o aumento do limite de serviço no AWS Support Center, escolhendo “Create Case” (Criar caso) e “Service Limit Increase” (Aumento no limite de serviço).

P: O EventBridge tem um Acordo de Nível de Serviço?

Sim. Dentro de limites comerciais razoáveis, a AWS envidará todos os esforços para disponibilizar o EventBridge com uma porcentagem de tempo de atividade mensal de pelo menos 99,99% durante qualquer ciclo de faturamento mensal, em cada região da AWS. Para obter detalhes, consulte o Acordo de Nível de Serviço completo do EventBridge.

Registro de esquemas

P: O que é um esquema?

Um esquema representa a estrutura de um evento e geralmente inclui informações como o título e o formato de cada dado incluído no evento. Por exemplo, um esquema pode incluir campos como nome e número de telefone e o fato de que o nome é uma string de texto e o número de telefone é um número inteiro. O esquema também pode incluir informações sobre padrões, como a exigência de que o número de telefone tenha 10 dígitos. O esquema de um evento é importante porque mostra quais informações estão contidas no evento e permite escrever código com base nesses dados.

P: O que é um registro do esquema?

O registro de esquemas armazena uma coleção pesquisável de esquemas gerados pela aplicação que pode ser facilmente acessada por qualquer desenvolvedor na organização. Assim, não é mais necessário procurar na documentação ou localizar o autor do esquema para obter essas informações. Você pode adicionar um esquema ao registro manualmente ou automatizar esse processo ativando o recurso de descoberta de esquemas do EventBridge.

P: Qual é o recurso de descoberta de esquemas?

A descoberta de esquemas automatiza a localização de esquemas e sua inclusão no registro. Quando a descoberta de esquemas é ativada para um barramento de eventos do EventBridge, o esquema de cada evento enviado ao barramento de eventos é adicionado automaticamente ao registro. Se o esquema de um evento for alterado, a descoberta de esquemas criará automaticamente uma nova versão do esquema no registro. Depois que um esquema é adicionado ao registro, você pode gerar uma vinculação de código para o esquema, seja no console do EventBridge ou diretamente no seu IDE, o que permite representar o evento como um objeto fortemente tipado no código e aproveitar recursos do IDE, como validação e preenchimento automático.

P: Posso descobrir esquemas de eventos entregues em outras contas?

A descoberta de esquemas é habilitada apenas para eventos originados na mesma conta que o descobridor nos barramentos de eventos padrão, personalizados e de parceiros.

P: Quanto custa o registro de esquemas?

Embora não haja custo para usar o registro de esquemas, há um custo por evento ingerido quando você ativa a descoberta de esquemas. A descoberta de esquemas tem um nível gratuito de 5 milhões de eventos ingeridos por mês, o que deve cobrir a maioria dos usos de desenvolvimento. Há uma taxa de 0,10 USD por milhão de eventos ingeridos para uso adicional fora do nível gratuito. Para obter mais informações sobre preços, consulte a página de preços do EventBridge.

P: Como o registro de esquemas reduz o volume de código que preciso escrever?

Para começar, você pode usar a descoberta de esquemas para identificar automaticamente o esquema de qualquer evento enviado ao seu barramento de eventos do EventBridge e armazená-los no registro, evitando ter que gerenciar manualmente o esquema de eventos. Além disso, ao escrever aplicações que manipulam eventos em seu barramento, você pode gerar e baixar vinculações de código para esse esquema, o que lhe permite usar objetos fortemente tipados diretamente no código. Isso economiza custos adicionais com desserialização, validação e suposição para o manipulador de eventos.

P: Por que devo usar o registro do esquema?

Com o registro de esquemas, o EventBridge possibilita o desenvolvimento de aplicações controladas por eventos de forma significativamente mais rápida, permitindo que você se concentre no código da aplicação. Anteriormente, era preciso encontrar os eventos disponíveis e sua estrutura e escrever um código para interpretar e traduzir eventos em um formato compreensível pelo seu código. Agora, com o registro de esquemas, você pode encontrar automaticamente os eventos disponíveis em qualquer fonte compatível, incluindo serviços da AWS, aplicações personalizadas e de terceiros e ainda detectar o esquema correspondente.

P: Quais IDEs o registro do esquema permite?

O registro de esquemas está disponível no AWS Toolkit for JetBrains (IntelliJ, PyCharm, WebStorm, Rider) e no VS Code, assim como no console e nas APIs do EventBridge. Saiba mais sobre o registro de esquemas do EventBridge no seu IDE.

P: Posso usar o esquema com o Serverless Application Model (AWS SAM)?

Sim, a versão mais recente da CLI do AWS SAM inclui um modo interativo que permite criar novas aplicações sem servidor no EventBridge para qualquer esquema como um tipo de evento. Basta escolher o modelo “EventBridge Starter App” e o esquema do seu evento para que o AWS SAM gere automaticamente uma aplicação com uma função Lambda chamada pelo EventBridge, com o código de manipulação do evento. Isso significa que você pode tratar um acionador de evento como um objeto normal no seu código e usar recursos como validação e preenchimento automático no IDE.

O plugin do AWS Toolkit for Jetbrains (Intellij, PyCharm, Webstorm, Rider) e o AWS Toolkit for Visual Studio Code também fornecem funcionalidade para gerar aplicações sem servidor com base nesse modelo, com um esquema como acionador, diretamente desses IDEs.

P: Em quais linguagens posso gerar código dos meus esquemas?

A geração de código está disponível em Java (8+), Python (3.6+) e TypeScript (3.0+).

P: Em quais regiões da AWS o registro do esquema está disponível?

O registro de esquemas do EventBridge está disponível nas seguintes regiões: Leste dos EUA (Ohio e Norte da Virgínia), Oeste dos EUA (Oregon e Norte da Califórnia), Canadá (Central), Europa (Estocolmo, Paris, Irlanda, Frankfurt e Londres), Ásia-Pacífico (Mumbai, Tóquio, Seul, Singapura, Hong Kong e Sydney) e América do Sul (São Paulo).

Endpoints globais

P: O que são endpoints globais?

Endpoints globais são um novo recurso do Amazon EventBridge que facilita a construção de aplicações altamente disponíveis orientadas a eventos usando a AWS. É possível replicar os eventos entre as regiões primária e secundária para possibilitar failover com o mínimo de perda de dados juntamente com a capacidade de failover automático para uma região de backup, no caso de qualquer interrupção do serviço. Isso simplifica a adoção de arquiteturas multirregião e permite incorporar resiliência em suas aplicações orientadas a eventos.

P: Por que devo usar os endpoints globais?

Os endpoints globais ajudam a fornecer uma experiência melhor para seus clientes finais minimizando a quantidade de dados sob risco durante interrupções de serviço. É possível tornar suas aplicações orientadas a eventos mais robustas e resilientes com a capacidade de realizar automaticamente o failover da ingestão do evento para uma região secundária, sem a necessidade de intervenção manual. Você tem a flexibilidade de configurar critérios de failover usando alarmes do CloudWatch (por meio de verificações de integridade do Route53) para determinar quando fazer o failover e quando encaminhar eventos de volta à região principal.

P: Como o endpoint global melhora a disponibilidade das minhas aplicações?

Depois de publicados no endpoint global, os eventos são encaminhados ao barramento de eventos na região principal. Se forem detectados erros na região primária, a sua verificação de integridade será marcada como não íntegra e os eventos recebidos serão encaminhados para a região secundária. Os erros podem ser detectados facilmente usando alarmes do CloudWatch (por meio de verificações de integridade do Route53) que você especificar. Assim que o problema é mitigado, encaminhamos novos eventos de volta à região principal e continuamos a processá-los.

P: Que tipo de aplicações são adequadas para os endpoints globais?

Os endpoints globais são adequados para aplicações que não exigem idempotência ou que podem lidar com idempotência entre regiões. Eles também são adequados para aplicações que toleram até 420 segundos de pausa na replicação de eventos que ficam presos na região principal até que o serviço ou a região se recupere (chamado de objetivo de ponto de recuperação).

P: Quais métricas devo usar para o failover do meu endpoint global?

Adicionamos uma nova métrica que informa a latência de ponta a ponta do Amazon EventBridge e permite determinar facilmente se existem erros no EventBridge que exigem failover da ingestão do evento para a região secundária. Tornamos mais fácil começar a usar o console, oferecendo uma pilha já preenchida do CloudFormation (que pode ser personalizada, se você quiser) para criar um CloudWatch Alarm e verificações de integridade do Route53. Para obter mais detalhes sobre como configurar os alarmes e as verificações de integridade, confira nosso blog e a documentação de lançamento.

P: Devo usar métricas do meu assinante para fazer o failover do meu endpoint global?

Recomendamos não usar métricas de assinante na verificação de integridade, pois isso pode criar uma situação em que um único assinante com problema leva a um failover do publicador para a região de backup, mesmo que todos os outros assinantes na região principal tenham total integridade. Se um assinante não estiver conseguindo processar eventos na regão principal, você deve ativar a replicação para garantir que o assinante na região secundária consiga processar eventos com êxito.

P: Qual é o objetivo de tempo de recuperação (RTO) e o objetivo de ponto de recuperação (RPO) esperados?

O objetivo de tempo de recuperação (RTO) é o tempo em que a região de backup ou de destino começará a receber novos eventos após uma falha. O objetivo de ponto de recuperação (RPO) é a medida dos dados que não serão processados durante a falha. Com endpoints globais, se você estiver seguindo nossa orientação prescritiva para a configuração de alarme, o RTO e o RPO serão de 360 segundos (com um máximo de 420). Para o RTO, o tempo inclui o período para acionar alarmes do CloudWatch e atualizar os status das verificações de integridade do Route53. Para o RPO, o tempo inclui eventos que não são replicados na região secundária e ficam presos na região principal até que o serviço ou região se recupere.

P: Eu devo ativar a replicação?

Sim. O cliente pode ativar a replicação para minimizar os dados sob risco durante uma interrupção de serviço. Após configurar seus barramentos personalizados em ambas as regiões e criar o endpoint global, você poderá atualizar suas aplicações para publicar eventos no endpoint global. Ao fazê-lo, seus eventos recebidos serão replicados de volta para a região primária, após o problema ser mitigado. Você pode arquivar seus eventos na região secundária para garantir que nenhum dos seus eventos seja perdido durante uma interrupção. Para se recuperar rapidamente de interrupções, você pode replicar sua arquitetura na região secundária para continuar processando seus eventos. Você também precisa ativar a replicação para garantir a recuperação automática após a mitigação do problema.

P: Qual é a prática recomendada para gerenciar cotas em ambas as regiões?

Você deve garantir que as mesmas cotas sejam configuradas na região principal e na secundária. Como prática recomendada, você deve ativar a replicação e processar os eventos na região secundária. Isso garante que você tenha as cotas corretas e também que a aplicação na região secundária esteja configurada corretamente.

P: Existe uma maneira fácil de replicar minha arquitetura na região secundária?

Você pode usar o AWS CloudFormation StackSets, que facilita a replicação da arquitetura entre regiões da AWS. Para ver um exemplo, consulte nossa documentação.

P: Posso usar qualquer conta, qualquer região e qualquer barramento para minha arquitetura secundária?

A primeira iteração do lançamento não oferece suporte às regiões por opção ou às regiões da China ou da GovCloud. Para ver uma lista de regiões compatíveis no lançamento, leia a pergunta 16 abaixo. Oferecemos suporte para failover e recuperação entre a mesma conta e barramentos com o mesmo nome entre regiões.

P: Os endpoints globais funcionam com eventos do AWS do CloudTrail, S3 e outros produtos da AWS?

Os endpoints globais só estão disponíveis para eventos personalizados. No futuro, acrescentaremos suporte para eventos de serviços da AWS, eventos por opção do S3 (notificações de eventos do Amazon S3) e eventos de terceiros.

P: Vocês oferecem suporte para latência baseada em roteamento?

Não estamos oferecendo suporte para latência baseada em roteamento na primeira iteração do lançamento.
Quanto custam os endpoints globais?

Os endpoints globais estão disponíveis sem custos adicionais. Hoje, endpoints globais estão disponíveis apenas para eventos personalizados, e eventos personalizados publicados no endpoint global são cobrados de acordo com o preço desses eventos. Para saber mais sobre os preços, acesse a página de preços do EventBridge.

P: Eu serei cobrado pelas replicações?

Sim. A replicação custa USD 1 por milhão de eventos, que o EventBridge cobra por eventos entre regiões.

P: Em quais regiões os endpoints globais estão disponíveis?

Os endpoints globais estão disponíveis nas seguintes regiões: Leste dos EUA (Ohio e Norte da Virgínia), Oeste dos EUA (Oregon e Norte da Califórnia), Canadá (Central), Europa (Estocolmo, Paris, Irlanda, Frankfurt e Londres), Ásia-Pacífico (Mumbai, Tóquio, Seul, Singapura, Osaka e Sydney) e América do Sul (São Paulo).

Custo e faturamento

P: Quanto custa o EventBridge?

Consulte os preços aqui.

 

P: Serei cobrado por eventos enviados por um parceiro para uma origem de eventos que não tem um barramento de eventos associado?

Não.

Arquitetura e projeto

P: Posso ter um destino que envia eventos para outra conta?

Sim. Estes eventos são denominados eventos entre contas. Você pode ter um destino que é o barramento de eventos padrão ou qualquer outro barramento de eventos em outra conta.

P: Posso usar o AWS CloudFormation com o Amazon EventBridge?

Sim. O suporte do CloudFormation está disponível em todas as regiões em que o Amazon EventBridge é oferecido. Para saber mais sobre como usar o CloudFormation para provisionar e gerenciar recursos do Amazon EventBridge, acesse nossa documentação.

P: Quando devo usar o Amazon EventBridge e quando devo usar o Amazon SNS?

Tanto o Amazon EventBridge como o Amazon SNS podem ser usados para desenvolver aplicações orientadas por eventos. A sua escolha dependerá de suas necessidades específicas. O Amazon EventBridge é recomendado quando você quer criar um aplicativo que reage a eventos de aplicativos SaaS e/ou serviços da AWS. O Amazon EventBridge é o único serviço baseado em eventos que é integrado diretamente a parceiros de SaaS externos. O Amazon EventBridge também consome automaticamente eventos de mais de 90 serviços da AWS sem que os desenvolvedores precisem criar qualquer recurso em suas contas. Além disso, o Amazon EventBridge usa uma estrutura de eventos definida e baseada em JSON, o que permite criar regras aplicadas a todo o corpo do evento para selecionar os eventos a serem encaminhados a um destino. No momento, o Amazon EventBridge oferece suporte a mais de 15 serviços da AWS como destino, incluindo AWS Lambda, Amazon SQS, Amazon SNS, Amazon Kinesis Streams e Kinesis Data Firehose, entre outros. No lançamento, o Amazon EventBridge oferece taxa de transferência limitada (consulte os limites do serviço), que pode ser aumentada mediante solicitação, e latência típica de cerca de meio segundo.

O Amazon SNS é recomendado quando você quer construir uma aplicação que reage a mensagens de taxa de transferência alta ou de latência baixa publicadas por outras aplicações ou microsserviços (já que o Amazon SNS oferece taxa de transferência praticamente ilimitada), ou para aplicações que precisam de um alto nível de distribuição (milhares ou milhões de endpoints). As mensagens não são estruturadas e podem estar em qualquer formato. O Amazon SNS permite o encaminhamento de mensagens para seis tipos diferentes de destinos, incluindo o AWS Lambda, Amazon SQS, endpoints HTTP/S, SMS, push móvel e e-mail. A latência típica do Amazon SNS é inferior a 30 ms. Uma grande variedade de serviços da AWS envia mensagens ao SNS configurando o serviço para isso (mais de 30, incluindo Amazon EC2, Amazon S3 e Amazon RDS).

Integrações

P: Por que devo integrar um aplicativo SaaS ao Amazon EventBridge?

O Amazon EventBridge permite que fornecedores de SaaS integrem facilmente seus serviços às arquiteturas orientadas por eventos criadas pelos clientes na AWS. O Amazon EventBridge disponibiliza o seu produto diretamente a milhões de desenvolvedores da AWS, revelando novos casos de uso. O serviço oferece um caminho totalmente auditável, seguro e escalável para enviar eventos sem que o fornecedor de SaaS precise gerenciar qualquer infraestrutura de eventos.

P: Minha empresa de SaaS seria uma excelente fonte de eventos. Como integro a empresa?

Os fornecedores de SaaS interessados em se tornar parceiros do Amazon EventBridge devem seguir as instruções de autoatendimento na página de integrações do Amazon EventBridge para começar a publicar eventos no Amazon EventBridge.

P: Qual o esforço necessário para a integração de um fornecedor de SaaS ao Amazon EventBridge?

Os fornecedores de SaaS que já contam com um webhook ou outro modo de integração baseado em push podem esperar um desenvolvimento de menos de 5 dias para concluir a integração com o Amazon EventBridge.

P: Quais integrações de SaaS são compatíveis?

Para obter a lista completa das integrações compatíveis, clique aqui.

Integrações do Amazon EventBridge
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