Visão geral

P: O que é o Amazon EventBridge?

O Amazon EventBridge é um serviço que oferece acesso em tempo real a alterações de dados em serviços da AWS, em suas aplicações e em aplicações de software como serviço (SaaS) sem precisar escrever código. Para começar, você pode escolher uma origem de eventos no console do EventBridge. Em seguida, pode selecionar um destino entre os serviços da AWS, incluindo o AWS Lambda, o Amazon Simple Notification Service (SNS) e o Amazon Kinesis Data Firehose. O EventBridge entregará automaticamente os eventos quase em tempo real.

P: Como posso começar a usar o EventBridge?

Faça login na sua conta da AWS, navegue até o console do EventBridge e escolha uma origem de eventos na lista de aplicações SaaS de parceiros e de serviços da AWS. Se você estiver usando uma aplicação de parceiro, verifique se configurou sua conta de SaaS para emitir eventos e aceite a aplicação na seção de origens de eventos oferecidos no console do EventBridge. O EventBridge criará automaticamente um barramento de eventos para onde os eventos serão encaminhados. Você também pode usar o AWS SDK para habilitar a aplicação a emitir eventos para o barramento de eventos. Opcionalmente, configure uma regra de filtragem e associe um destino aos eventos. Por exemplo, o destino pode ser uma função do Lambda. O EventBridge consumirá, filtrará e enviará automaticamente os eventos para o destino configurado de forma segura e altamente disponível.

P: Posso publicar meus próprios eventos no EventBridge?

Sim. Você pode gerar eventos personalizados nas aplicações e publicá-los no EventBridge por meio de operações de APIs do serviço. Também é possível configurar eventos programados que são gerados periodicamente para processamento em qualquer destino compatível com o EventBridge.

P: Qual é o formato de um evento?

Os eventos usam uma estrutura JSON específica. Cada evento tem os mesmos campos de envelope de nível superior, como a origem do evento, o carimbo de data/hora e a região. Em seguida, há um campo de detalhe, que é o corpo do evento. Por exemplo, quando um grupo do Auto Scaling do Amazon Elastic Compute Cloud (EC2) cria uma nova instância do Amazon EC2, ele emite um evento com a origem “aws.autoscaling” e o detalhe “EC2 instance created successfully” (Instância do EC2 criada com êxito).

P: Como faço para filtrar quais eventos são entregues a um destino?

Você pode filtrar eventos com regras. Uma regra combina eventos recebidos para um determinado barramento de eventos e envia esses eventos aos destinos para processamento. Uma única regra pode encaminhar para vários destinos, todos processados em paralelo. As regras ajudam diferentes componentes de aplicativos a procurar e processar os eventos relevantes para eles. Uma regra pode personalizar um evento antes que ele seja enviado ao destino, passando apenas certas partes ou substituindo o evento por uma constante. Para o exemplo na pergunta anterior, você pode criar uma regra de evento correspondente à fonte “aws.autoscaling” e ao detalhe “EC2 instance created successfully” (Instância do EC2 criada com êxito) para enviar uma notificação sempre que um grupo do Auto Scaling criar uma instância do EC2 com êxito.

P: Como protejo o acesso ao EventBridge?

Como o EventBridge se integra ao AWS Identity and Access Management (IAM), você pode especificar quais ações um usuário da sua conta da AWS pode executar. Por exemplo, você pode criar uma política do IAM que concede permissão para criar barramentos de eventos ou associar destinos de eventos somente para determinados usuários na organização.

P: Qual a relação entre o EventBridge e o Amazon CloudWatch Events?

O EventBridge usa e amplia o Amazon CloudWatch Events. Ele usa a mesma API e endpoint de serviço e a mesma infraestrutura de serviço subjacente. Para clientes existentes do CloudWatch Events, nada muda. Você pode continuar usando a mesma API, modelos do AWS CloudFormation e console. O CloudWatch Events é o serviço ideal para criar arquiteturas orientadas a eventos, por isso criamos novos recursos que ajudam você a conectar dados de suas próprias aplicações e aplicações SaaS de terceiros. Em vez de manter essa funcionalidade dentro do serviço CloudWatch, nós a lançamos com um novo nome, Amazon EventBridge, para indicar que ela vai além do caso de uso de monitoramento para o qual o CloudWatch Events foi desenvolvido.

P: No momento, uso o CloudWatch Events e gostaria de experimentar os recursos do EventBridge. Preciso mover minhas regras e permissões do CloudWatch Events para o EventBridge?

Não. Os usuários atuais do CloudWatch Events podem acessar seu barramento, regras e eventos padrão existentes no novo console e API do EventBridge ou no console e API do CloudWatch Events.

P: Já estou usando o CloudWatch Events e não preciso dos recursos do EventBridge. O que mudará para mim?

Nada. O EventBridge usa a mesma API do CloudWatch Events. Portanto, toda a utilização atual da API do CloudWatch Events permanecerá igual.

P: Vocês pretendem eliminar o CloudWatch Events algum dia?

Não, não descontinuaremos a API ou o serviço em si. O EventBridge usa a mesma API e tem recursos adicionais. Com o tempo, o nome Amazon CloudWatch Events será substituído por Amazon EventBridge.

P: Quais serviços da AWS estão integrados como origens de eventos para o Amazon EventBridge?

Há mais de 90 serviços da AWS disponíveis como origens de eventos para o EventBridge, incluindo o AWS Lambda, Amazon Kinesis, AWS Fargate e Amazon Simple Storage Service (S3). Para obter a lista completa das integrações com os serviços da AWS, consulte a documentação do EventBridge.

P: Quais serviços da AWS estão integrados como destinos de eventos para o EventBridge?

Há mais de 15 serviços da AWS disponíveis como destinos de eventos para o EventBridge, incluindo o Lambda, Amazon Simple Queue Service (SQS), Amazon SNS, Amazon Kinesis Streams e Kinesis Data Firehose. Para obter a lista completa das integrações com os serviços da AWS, consulte a documentação do EventBridge.

P: O que são eventos de arquivamento e repetição do EventBridge?

O novo recurso Reprodução de Eventos do EventBridge ajuda você a reprocessar eventos anteriores de volta para um barramento de eventos ou uma regra específica do EventBridge. Esse recurso ajuda os desenvolvedores a depurar as aplicações mais facilmente, ampliá-las alimentando destinos com eventos históricos e fazer a recuperação de erros. O Event Replay permite que os desenvolvedores tenham a certeza de que sempre terão acesso a qualquer evento publicado no EventBridge.

P: O que são destinos de API do EventBridge?

Os destinos de API ajudam os desenvolvedores a enviar eventos de volta para qualquer aplicação on-premises ou SaaS com a capacidade de controlar o throughput e a autenticação. Você pode configurar regras com transformações de entrada que mapearão o formato do evento ao formato do serviço de recebimento, e o EventBridge cuidará da segurança e da entrega. Quando uma regra é iniciada, o EventBridge transformará o evento com base nas condições especificadas. Em seguida, ele o enviará ao serviço da Web configurado com as informações de autenticação fornecidas quando a regra foi configurada. A segurança é integrada para que os desenvolvedores não precisem mais escrever componentes de autenticação para o serviço que desejam usar.

P: O que é uma conexão para o destino de API? Como faço para configurar destinos de API?

Cada destino de API usa uma conexão que define o método de autorização e as credenciais a serem usadas para se conectar ao endpoint HTTP. Quando você define as configurações de autorização e cria uma conexão, ela gera um segredo no AWS Secrets Manager para armazenar as informações de autorização com segurança. Você também pode adicionar outros parâmetros para incluir a conexão, conforme apropriado para a sua aplicação.

Para configurar um destino de API, você precisará fornecer um endpoint de destino de API, que é um destino de endpoint HTTP de invocação para eventos. Você precisará criar uma conexão para autorizar nesse endpoint. Como opção, você também pode definir o limite da taxa de chamada, que é o número máximo de chamadas por segundo para enviar ao endpoint de destino da API. Saiba mais sobre conexões e destinos de API.

Limites e performance

P: Quais são os limites do serviço?

Consulte a página de limites do serviço.

P: Qual é a latência que posso esperar entre o envio e o recebimento de um evento?

A latência normal é de cerca de meio segundo. Isso varia.

P: O EventBridge oferece suporte à marcação de recursos com tags?

Sim. Você pode etiquetar regras. Não é possível marcar barramentos de eventos ou fontes de eventos.

P: Qual o throughput que posso esperar do EventBridge?

Os limites de throughput do barramento de eventos são especificados na página de limites do serviço. Se precisar de um throughput a maior, solicite o aumento do limite de serviço no AWS Support Center, escolhendo Create Case (Criar caso) e Service Limit Increase (Aumento no limite de serviço).

P: O EventBridge tem um Acordo de Nível de Serviço?

Sim. Dentro de limites comerciais razoáveis, a AWS envidará todos os esforços para disponibilizar o EventBridge com uma porcentagem de tempo de atividade mensal de pelo menos 99,99% durante qualquer ciclo de faturamento mensal, em cada região da AWS. Para obter detalhes, consulte o Acordo de Nível de Serviço completo do EventBridge.

Registro de esquemas

P: O que é um esquema?

Um esquema representa a estrutura de um evento e geralmente inclui informações como o título e o formato de cada parte dos dados incluídos no evento. Por exemplo, um esquema pode incluir campos como nome e número de telefone e o fato de que o nome é uma string de texto e o número de telefone é um número inteiro. O esquema também pode incluir informações sobre padrões, como a exigência de que o número de telefone tenha 10 dígitos. O esquema de um evento é importante porque mostra quais informações estão contidas no evento e ajuda a escrever código com base nesses dados.

P: O que é um registro do esquema?

Um registro de esquemas armazena uma coleção pesquisável de esquemas para que qualquer desenvolvedor em sua organização possa acessar mais facilmente os esquemas gerados pela aplicação. Isso é diferente de procurar na documentação ou encontrar o autor do esquema para obter essas informações. Você pode adicionar um esquema ao registro manualmente ou automatizar esse processo ativando o recurso de descoberta de esquemas do EventBridge.

P: Qual é o recurso de descoberta de esquemas?

A descoberta de esquemas automatiza os processos de localização de esquemas e de sua inclusão no registro. Quando a descoberta de esquemas é ativada para um barramento de eventos do EventBridge, o esquema de cada evento enviado ao barramento de eventos é adicionado automaticamente ao registro. Se o esquema de um evento for alterado, a descoberta de esquemas criará automaticamente uma nova versão do esquema no registro. Depois que um esquema é adicionado ao registro, você pode gerar uma vinculação de código para o esquema no console do EventBridge ou diretamente em seu ambiente de desenvolvimento integrado (IDE). Isso ajuda a representar o evento como um objeto fortemente tipado em seu código. Você pode aproveitar os recursos do IDE, como validação e preenchimento automático.

P: Posso descobrir esquemas de eventos entregues em outras contas?

A descoberta de esquemas é habilitada apenas para eventos originados na mesma conta que o descobridor nos barramentos de eventos padrão, personalizados e de parceiros.

P: Quanto custa o registro do esquema?

Embora não haja custo para usar o registro de esquemas, há um custo por evento consumido quando você ativa a descoberta de esquemas. A descoberta de esquemas tem um nível gratuito de 5 milhões de eventos ingeridos por mês, o que deve cobrir a maioria dos usos de desenvolvimento. Há uma taxa de USD 0,10 por milhão de eventos ingeridos para uso adicional fora do nível gratuito. Para obter mais informações sobre preços, consulte a página de preços do EventBridge.

P: Como o registro do esquema reduz a quantidade de código que preciso escrever?

Para começar, você pode usar a descoberta de esquemas para identificar automaticamente o esquema de qualquer evento enviado ao seu barramento de eventos do EventBridge e armazená-los no registro. Isso evita que você tenha que gerenciar seu esquema de eventos manualmente. Além disso, ao escrever aplicações que manipulam eventos em seu barramento, você pode gerar e baixar vinculações de código para esse esquema, o que lhe permite usar objetos fortemente tipados diretamente no código. Isso economiza custos adicionais com desserialização, validação e suposição para o manipulador de eventos.

P: Por que devo usar o registro do esquema?

Para começar, você pode usar a descoberta de esquemas para identificar automaticamente o esquema de qualquer evento enviado ao seu barramento de eventos do EventBridge e armazená-los no registro. Isso evita que você tenha que gerenciar seu esquema de eventos manualmente. Além disso, ao escrever aplicações que manipulam eventos em seu barramento, você pode gerar e baixar vinculações de código para esse esquema, o que lhe permite usar objetos fortemente tipados diretamente no código. Isso economiza custos adicionais com desserialização, validação e suposição para o manipulador de eventos.

P: Quais IDEs o registro do esquema permite?

O registro do esquema está disponível por meio dos kits de ferramentas da AWS para JetBrains (IntelliJ IDEA, PyCharm, WebStorm, Rider) e para Visual Studio Code, bem como no console EventBridge e nas operações de API. Saiba mais sobre o registro de esquemas do EventBridge no seu IDE.

P: Posso usar o esquema com o AWS Serverless Application Model (SAM)?

Sim, a versão mais recente da CLI do AWS SAM inclui um modo interativo que ajuda a criar novas aplicações sem servidor no EventBridge para qualquer esquema como um tipo de evento. Escolha o modelo “EventBridge Starter App” e o esquema do seu evento para que o SAM gere automaticamente um aplicativo com uma função do Lambda chamada pelo EventBridge, com o código de manipulação do evento. Isso significa que você pode tratar um acionador de evento como um objeto normal no seu código e usar recursos como validação e preenchimento automático no IDE.

O plugin do kit de ferramentas da AWS para JetBrains (Intellij IDEA, PyCharm, Webstorm, Rider) e o kit de ferramentas da AWS para Visual Studio Code também fornecem funcionalidade para gerar aplicações sem servidor com base nesse modelo, com um esquema como acionador, diretamente desses IDEs.

P: Em quais linguagens posso gerar código dos meus esquemas?

A geração de código está disponível em Java (8+), Python (3.6+) e TypeScript (3.0+).

P: Em quais regiões da AWS o registro do esquema está disponível?

O registro de esquemas do EventBridge está disponível nas seguintes regiões: Leste dos EUA (Ohio), Leste dos EUA (Norte da Virgínia), Oeste dos EUA (Norte da Califórnia), Oeste dos EUA (Oregon), Ásia-Pacífico (Hong Kong), Ásia-Pacífico (Mumbai), Ásia-Pacífico (Seul), Ásia-Pacífico (Singapura), Ásia-Pacífico (Sydney), Ásia-Pacífico (Tóquio), Canadá (Central), Europa (Frankfurt), Europa (Irlanda), Europa (Londres), Europa (Paris), Europa (Estocolmo) e América do Sul (São Paulo).

Pipes

P: O que é o Amazon EventBridge Pipes?

O EventBridge Pipes fornece uma maneira mais simples, consistente e econômica de criar integração ponto a ponto entre produtores e consumidores de eventos. Criar um canal é tão simples quanto selecionar uma origem e um destino com a capacidade de personalizar lotes, posição inicial, simultaneidade e muito mais. Uma etapa de filtragem opcional permite que apenas eventos de origem específicos fluam para o canal e uma etapa de enriquecimento opcional usando o AWS Lambda, o AWS Step Functions, o API Destinations ou o Amazon API Gateway possa ser usada para enriquecer ou transformar eventos antes de atingirem o destino. Ao remover a necessidade de escrever, gerenciar e dimensionar código de integração indiferenciado, o EventBridge Pipes permite que você gaste seu tempo criando aplicações em vez de conectá-las.

P: Como faço para começar a usar o Amazon EventBridge Pipes?

Você pode começar acessando o console do EventBridge, selecionar a guia Pipes e escolher Create Pipe (Criar pipe). A partir daí, você pode escolher em uma lista de fontes disponíveis e fornecer um padrão de filtragem opcional que será usado para transferir apenas os eventos necessários. Para a etapa opcional de transformação e enriquecimento de um pipe, você pode fornecer um endpoint de API, como uma API de aplicação SaaS ou cluster de contêiner, função do Lambda ou AWS Step Function. O pipe fará a solicitação de API e capturará a resposta assim que o processamento for concluído. Por fim, defina um serviço de destino para o qual os eventos são entregues e especifique se você precisa que os recursos de arquivamento ou DLQ sejam habilitados no pipe. Você também pode criar um canal usando AWS CLI, CloudFormation ou kit de desenvolvimento em nuvem (CDK) da AWS.

P: Quais são as possíveis fontes de eventos para EventBridge Pipes?

O EventBridge Pipes apresenta o Amazon SQS, o Amazon Kinesis, o Amazon DynamoDB, o Amazon Managed Streaming Kafka, o Kafka autogerenciado e o Amazon MQ como fontes para o pacote de produtos EventBridge. O EventBridge Pipes oferece suporte aos mesmos serviços de destino que os barramentos de eventos, como Amazon SQS, AWS Step Functions, Amazon Kinesis Data Streams, Amazon Kinesis Data Firehose, Amazon SNS, Amazon ECS e os próprios barramentos de eventos.

P: Como funciona a transformação e o enriquecimento?

O EventBridge Pipes comporta transformações básicas usando a Velocity Template Language (VTL). Para transformações mais poderosas, o EventBridge Pipes ajuda você a especificar uma função do Lambda ou fluxo de trabalho do Step Functions para transformar seu evento. Se preferir usar um serviço de contêiner, como o Amazon Elastic Container Service (ECS) ou o Amazon Elastic Kubernetes Service (EKS), você pode especificar o endpoint da API e o esquema de autenticação para seu cluster de contêiner. O EventBridge se encarregará da entrega do evento para transformação.

P: Preciso usar um barramento de eventos do EventBridge para usar o EventBridge Pipes?

Não, o EventBridge Pipes pode ser usado independentemente dos recursos do EventBridge existentes, o que ajuda você a receber eventos de outros produtores de eventos, como Kinesis, SQS ou Amazon MSK, sem a necessidade de usar um barramento de eventos do EventBridge. Também é usado para integrações ponto a ponto, em que um barramento de eventos é usado para integrações muitos-para-muitos. Se você já estiver usando um barramento de eventos do EventBridge para rotear eventos, poderá usar EventBridge Pipes para se conectar a uma fonte compatível e definir seu barramento de eventos como a fonte de um canal.

P: Qual é a diferença entre o barramento de eventos do EventBridge e o EventBridge Pipes?

Os barramentos de eventos do EventBridge são adequados para roteamento muitos-para-muitos de eventos entre serviços orientados por eventos. O EventBridge Pipes destina-se a integrações ponto a ponto entre editores e consumidores de eventos, com suporte para transformações e enriquecimentos avançados. O EventBridge Pipes pode usar um barramento de eventos do EventBridge como destino. A migração de uma regra de barramento de eventos do EventBridge para um pipe é mais fácil, pois a filtragem e os destinos permanecem os mesmos entre os dois recursos.

P: Qual a diferença entre o EventBridge Pipes e o Event Source Mapping (ESM) do AWS Lambda?

O Event Source Mapping (ESM) do AWS Lambda e o Amazon EventBridge Pipes usam a mesma infraestrutura de pesquisa para selecionar e enviar eventos. O ESM é ideal para clientes que desejam usar o Lambda como destino para processar os eventos recebidos. O Pipes é ideal para clientes que preferem não se preocupar com a criação, manutenção e dimensionamento do código do Lambda e, em vez disso, preferem recursos simples e gerenciados para conectar sua origem a um dos mais de 14 destinos.

P: O EventBridge Pipes fornece garantias de ordenamento?

Sim, o EventBridge Pipes manterá a ordem dos eventos recebidos de uma origem de eventos ao enviar esses eventos para um serviço de destino.

P: O EventBridge Pipes oferece suporte a eventos em lote?

Sim, para serviços que oferecem suporte a eventos em lote, você pode configurar o tamanho de lote desejado ao criar um pipe. Para origens e destinos que não oferecem suporte a lotes, você ainda pode optar por eventos em lote para sua etapa de enriquecimento e transformação. Isso ajuda você a economizar nos custos de computação e ainda ajuda a entregar eventos individualmente para o destino escolhido.

P: Posso obter um histórico das chamadas de API do EventBridge Pipes realizadas na minha conta para fins de análise de segurança ou solução de problemas operacionais?

Sim, para receber um histórico das chamadas de API do EventBridge Pipes efetuadas na sua conta, é necessário ativar o CloudTrail no Console de Gerenciamento da AWS.

P: Quanto custa o EventBridge Pipes?

Para ver todos os detalhes de preços do Amazon EventBridge Pipes, acesse a página de preços.

Agendador

P: O que é o Agendador do Amazon EventBridge?

O Agendador do Amazon EventBridge é um agendador de tarefas sem servidor que simplifica a criação, a execução e o gerenciamento de milhões de programações nos serviços da AWS sem provisionar ou gerenciar a infraestrutura subjacente.

P: Como faço para começar a usar o Agendador do Amazon EventBridge?

Faça login em sua conta da AWS, navegue até o console do EventBridge e selecione o botão Criar cronograma. Siga o fluxo de trabalho passo a passo e preencha os campos obrigatórios. Selecione um formato de programação incluindo uma janela de tempo para a implementação da tarefa, taxa fixa, cron ou uma data e hora específicas. Selecione seu destino em uma lista de serviços da AWS e configure políticas de repetição para ter o máximo controle da implementação de sua programação. Revise sua programação e selecione Create (Criar).

P: Qual é a diferença entre o Agendador do EventBridge e as regras programadas?

O Agendador do EventBridge se baseia na funcionalidade de programação oferecida nas regras programadas. O Agendador do EventBridge inclui suporte para fusos horários, maior escala, cargas úteis de destino personalizadas, expressões de tempo adicionadas e um painel para monitoramento de programações. As programações podem ser criadas de forma independente sem a necessidade de criar um barramento de eventos com uma regra programada.

P: Quando devo usar o EventBridge Scheduled Rules ou o EventBridge Scheduler?

O Scheduled Rules continuará disponível, no entanto, o EventBridge Scheduler oferece um conjunto de recursos mais avançado, proporcionando mais flexibilidade ao criar, executar e gerenciar suas programações. Você também pode começar a usar gratuitamente, consulte a página de preços para obter mais detalhes.

P: Como esse recurso funciona com outros serviços da AWS?

O Agendador do EventBridge tem integrações abrangentes com os serviços da AWS e pode criar programações para qualquer serviço com uma ação da API da AWS. As configurações de padrões de tempo e novas tentativas são uniformes na AWS para proporcionar uma experiência de programação consistente. O monitoramento de programações é mais fácil por meio do console do Agendador do EventBridge, fornecendo uma visão de suas programações em um painel ou com uma solicitação da API "ListSchedule". Você poderá ver informações críticas sobre suas programações, como horário de início, última execução e o destino da AWS atribuído. Para obter detalhes mais granulares, você poderá revisar os logs de execução disponíveis no CloudWatch Logs ou eles podem ser enviados para o S3 ou o Kinesis Firehose.

P: Como faço para atualizar minhas programações?

Você pode atualizar suas programações no console do Agendador do EventBridge selecionando a programação para modificar. Um novo painel exibirá suas opções.

P: O Agendador do EventBridge é compatível com todos os fusos horários?

Sim, com o Agendador do EventBridge você pode selecionar em qual fuso horário uma programação vai operar. Essas programações se ajustarão ao horário de verão (DST) e voltarão ao horário padrão automaticamente.

P: Como o Agendador do Amazon EventBridge verifica a entrega programada?

O Agendador do EventBridge fornece entrega de eventos do tipo “pelo menos uma vez” aos destinos, o que significa que pelo menos uma entrega é bem-sucedida com uma resposta do destino. As opções para definir novas tentativas, janelas de tempo e tempos limite estão disponíveis para atender aos seus requisitos de negócios.

P: Como posso monitorar o status das minhas programações?

O Agendador do EventBridge fornece uma página de monitoramento no respectivo console para todas as suas programações criadas, onde você pode visualizar detalhes de suas programações e da implementação delas. Isso inclui quando sua programação começou, padrão de tempo de implementação e status de entrega no destino com códigos de resposta para poder ver o êxito, a falha ou as tentativas de repetição.

P: Posso programar uma tarefa para serviços fora da AWS, como meu servidor on-premises ou produtos SaaS externos?

O Agendador do EventBridge não oferece suporte diretamente a destinos que não são da AWS. No entanto, você pode chamar destinos que não são da AWS usando o Lambda, o ECS e o Fargate ou com o recurso Destinos do EventBridge via API.

P: Quanto custa o Agendador do EventBridge?

Para ver todos os detalhes de preços do Agendador do Amazon EventBridge, acesse a página de preços.

Endpoints globais

P: O que são endpoints globais?

Endpoints globais são um novo recurso do EventBridge que facilita a criação de aplicações altamente disponíveis orientadas a eventos usando a AWS. Você pode replicar seus eventos em regiões primárias e secundárias para implementar o failover com perda mínima de dados. Também é possível implementar a capacidade de fazer o failover automaticamente para uma região de backup em caso de interrupção do serviço. Isso simplifica a adoção de arquiteturas multirregião e ajuda a incorporar resiliência em suas aplicações orientadas a eventos.

P: Por que devo usar os endpoints globais?

Os endpoints globais ajudam a fornecer uma experiência melhor para seus clientes finais minimizando a quantidade de dados sob risco durante interrupções de serviço. É possível tornar suas aplicações orientadas a eventos mais robustas e resilientes com a capacidade de realizar automaticamente o failover da ingestão do evento para uma região secundária, sem a necessidade de intervenção manual. Você tem a flexibilidade de configurar critérios de failover usando alarmes do Amazon CloudWatch (por meio de verificações de integridade do Amazon Route 53) para determinar quando fazer failover e quando rotear eventos de volta para a região principal.

P: Como o endpoint global melhora a disponibilidade das minhas aplicações?

Depois de publicados no endpoint global, os eventos são encaminhados ao barramento de eventos na região principal. Se forem detectados erros na região primária, a sua verificação de integridade será marcada como não íntegra e os eventos recebidos serão encaminhados para a região secundária. Os erros podem ser detectados mais facilmente usando os alarmes do CloudWatch (por meio de verificações de integridade do Route 53) que você especificar. Quando o problema é mitigado, encaminhamos novos eventos de volta à região principal e continuamos a processá-los.

P: Que tipo de aplicações são adequadas para os endpoints globais?

Os endpoints globais são adequados para aplicações que não exigem idempotência ou que podem lidar com idempotência entre regiões. Eles também são adequados para aplicações que toleram ter até 420 segundos de eventos não replicados. Assim, eles ficariam bloqueados na região primária até que o serviço ou a região se recuperasse (chamado de objetivo do ponto de recuperação).

P: Quais métricas devo usar para o failover do meu endpoint global?

Adicionamos uma nova métrica que informa toda a latência do EventBridge que ajudará a determinar mais facilmente se há erros no EventBridge que exijam failover da ingestão do evento para a região secundária. É mais fácil começar a usar o console, oferecendo uma pilha já preenchida do CloudFormation (que pode ser personalizada, se você quiser) para criar um alarme do CloudWatch e verificações de integridade do Route 53. Para obter mais detalhes sobre como configurar os alarmes e as verificações de integridade, confira nosso blog e a documentação de lançamento.

P: Devo usar métricas do meu assinante para fazer o failover do meu endpoint global?

Recomendamos não incluir métricas de assinantes em sua verificação de integridade. Isso pode criar uma situação em que um único assinante com problema leva a um failover do publicador para a região de backup, mesmo que todos os outros assinantes na região principal tenham total integridade. Se um assinante não estiver conseguindo processar eventos na regão principal, você deve ativar a replicação para verificar se o assinante na região secundária consegue processar eventos com êxito.

P: Qual é o objetivo de tempo de recuperação (RTO) e o objetivo de ponto de recuperação (RPO) esperados?

O objetivo de tempo de recuperação (RTO) é o tempo em que a região de backup ou de destino começará a receber novos eventos após uma falha. O objetivo de ponto de recuperação (RPO) é a medida dos dados que permanecerão sem processamento durante a falha. Com endpoints globais, se você estiver seguindo nossa orientação prescritiva para a configuração de alarme, o RTO e o RPO serão de 360 segundos (com um máximo de 420). Para o RTO, o tempo inclui o período para iniciar alarmes do CloudWatch e atualizar os status das verificações de integridade do Route 53. Para o RPO, o tempo inclui eventos que não são replicados na região secundária e ficam presos na região principal até que o serviço ou região se recupere.

P: Eu devo ativar a replicação?

Sim. Ative a replicação para minimizar os dados sob risco durante uma interrupção de serviço. Após configurar seus barramentos personalizados em ambas as regiões e criar o endpoint global, você poderá atualizar suas aplicações para publicar eventos no endpoint global. Ao fazê-lo, seus eventos recebidos serão replicados de volta para a região primária, após o problema ser mitigado. Você pode arquivar seus eventos na região secundária para verificar se nenhum dos seus eventos foi perdido durante uma interrupção. Para se recuperar rapidamente de interrupções, você pode replicar sua arquitetura na região secundária para continuar processando seus eventos. Você também precisa ativar a replicação para verificar a recuperação automática após a mitigação do problema.

P: Qual é a prática recomendada para gerenciar cotas em ambas as regiões?

Você deve verificar se as mesmas cotas são configuradas na região principal e na secundária. Você deve ativar a replicação e processar os eventos na região secundária. Isso verifica se você tem as cotas corretas e também se a aplicação na região secundária está configurada corretamente.

P: Existe uma maneira mais fácil de replicar minha arquitetura na região secundária?

Você pode usar o AWS CloudFormation StackSets, que facilita a replicação da arquitetura entre regiões da AWS. Para ver um exemplo, consulte nossa documentação.

P: Posso usar qualquer conta, qualquer região e qualquer barramento para minha arquitetura secundária?

A primeira iteração do lançamento não oferece suporte às regiões por opção ou às regiões da China ou da GovCloud. Para obter a lista de regiões com suporte neste lançamento, consulte a pergunta abaixo. Também oferecemos suporte para failover e recuperação entre a mesma conta e barramentos com o mesmo nome entre regiões.
 

P: Os endpoints globais funcionam com eventos do AWS do CloudTrail, S3 e outros produtos da AWS?

Os endpoints globais só estão disponíveis para eventos personalizados. No futuro, acrescentaremos suporte para eventos de serviços da AWS, eventos por opção do S3 (notificações de eventos do S3) e eventos de terceiros.

P: Vocês oferecem suporte para roteamento baseado em latência?

Não estamos oferecendo suporte para roteamento baseado em latência na primeira iteração do lançamento.

P: Quanto custam os endpoints globais?

Os endpoints globais estão disponíveis sem custos adicionais. Atualmente, os endpoints globais estão disponíveis apenas para eventos personalizados, e eventos personalizados publicados no endpoint global são cobrados de acordo com o preço desses eventos. Para saber mais sobre os preços, acesse a página de preços do EventBridge.

P: Eu serei cobrado pelas replicações?

Sim. A replicação custa USD 1 por milhão de eventos, que o EventBridge cobra por eventos entre regiões.

P: Em quais regiões os endpoints globais estão disponíveis?

Os endpoints globais estão disponíveis nas seguintes regiões: Leste dos EUA (Ohio), Leste dos EUA (Norte da Virgínia), Oeste dos EUA (Norte da Califórnia), Oeste dos EUA (Oregon), Ásia-Pacífico (Mumbai), Ásia-Pacífico (Osaka), Ásia-Pacífico (Seul), Ásia-Pacífico (Singapura), Ásia-Pacífico (Sydney), Ásia-Pacífico (Tóquio), Canadá (Central), Europa (Frankfurt), Europa (Irlanda), Europa (Londres), Europa (Paris), Europa (Estocolmo) e América do Sul (São Paulo).

Custo e faturamento

P: Quanto custa o EventBridge?

Consulte a definição de preços aqui.

P: Serei cobrado por eventos enviados por um parceiro para uma origem de eventos que não tem um barramento de eventos associado?

Não.

Arquitetura e projeto

P: Posso ter um destino que envia eventos para outra conta?

Sim. Estes eventos são denominados eventos entre contas. Você pode ter um destino que é o barramento de eventos padrão ou qualquer outro barramento de eventos em outra conta.

P: Posso usar o CloudFormation com o EventBridge?

Sim. O suporte do CloudFormation está disponível em todas as regiões em que o Amazon EventBridge é oferecido. Para saber mais sobre como usar o CloudFormation para provisionar e gerenciar recursos do EventBridge, acesse nossa documentação.

P: Quando devo usar o EventBridge e quando devo usar o SNS?

Tanto o EventBridge quanto o SNS podem ser usados para desenvolver aplicações orientadas por eventos. A sua escolha dependerá de suas necessidades específicas. O EventBridge é recomendado quando você quer criar uma aplicação que reage a eventos de aplicações SaaS ou serviços da AWS. O EventBridge é o único serviço baseado em eventos que é integrado diretamente a parceiros de SaaS externos. O EventBridge também consome automaticamente eventos de mais de 90 serviços da AWS sem que os desenvolvedores precisem criar qualquer recurso em suas contas. O EventBridge usa uma estrutura de eventos definida e baseada em JSON, o que ajuda a criar regras aplicadas a todo o corpo do evento para selecionar os eventos a serem encaminhados a um destino. No momento, o EventBridge oferece suporte a mais de 15 serviços da AWS como destinos, incluindo Lambda, SQS, SNS, Amazon Kinesis Data Streams e Data Firehose. Atualmente, o EventBridge oferece throughput limitado (consulte os limites do serviço), que pode ser aumentado mediante solicitação com uma latência típica de cerca de meio segundo.

O SNS é recomendado quando você deseja criar uma aplicação que reage a mensagens de throughput muito alto ou de baixa latência publicadas por outras aplicações ou microsserviços, ou para aplicações que precisam de alta dispersão. As mensagens não são estruturadas e podem estar em qualquer formato. O SNS permite o encaminhamento de mensagens para seis tipos diferentes de destinos, incluindo o Lambda, SQS, endpoints HTTP/S, SMS, push móvel e e-mail. A latência típica do SNS é inferior a 30 milissegundos. Uma grande variedade de serviços da AWS envia mensagens ao SNS configurando o serviço para isso (mais de 30, incluindo EC2, S3 e RDS).

Integrações

P: Por que devo integrar uma aplicação SaaS ao EventBridge?

O EventBridge permite que fornecedores de SaaS integrem mais facilmente seus serviços às arquiteturas orientadas por eventos criadas pelos clientes na AWS. O EventBridge disponibiliza o seu produto diretamente a milhões de desenvolvedores da AWS, revelando novos casos de uso. O serviço oferece um caminho totalmente auditável, seguro e escalável para enviar eventos sem que o fornecedor de SaaS precise gerenciar qualquer infraestrutura de eventos.

P: Minha empresa de SaaS seria uma excelente origem de eventos. Como faço para integrar a empresa?

Os fornecedores de SaaS interessados em se tornar parceiros do EventBridge devem seguir as instruções de autoatendimento na página de integrações do Amazon EventBridge para começar a publicar eventos no EventBridge.

P: Qual o esforço necessário para a integração de um fornecedor de SaaS ao EventBridge?

Os fornecedores de SaaS que já oferecem suporte a um webhook ou outros modos de integração baseados em push podem levar menos de cinco dias para se integrar ao EventBridge.

P: Quais integrações de SaaS são compatíveis?

Para obter a lista completa das integrações compatíveis, consulte Integrações do EventBridge.

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Visite a página de integrações do Amazon EventBridge.

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